O ex-sargento do Exército brasileiro condenado a três anos de prisão, em regime aberto, por transportar 37 kg de cocaína em aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) é Manoel Silva Rodrigues (foto em destaque), 45 anos.
Quando foi flagrado com os entorpecentes, o homem atuava como comissário de bordo em voos da FAB.
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A prisão ocorreu no aeroporto de Sevilha, na Espanha
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Quando foi flagrado com os entorpecentes, o homem atuava como comissário de bordo em voos da FAB
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Antes de partir da Base Aérea de Brasília, ele recebeu o entorpecente em um motel, no Núcleo Bandeirante
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Relembre
Quando foi flagrado com a droga, em 24 de junho de 2019, Rodrigues fazia parte de uma comitiva com 21 militares que acompanhava a viagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) a Tóquio, no Japão, para uma reunião do G20.
Antes de partir da Base Aérea de Brasília, ele recebeu o entorpecente em um motel, no Núcleo Bandeirante. A prisão ocorreu no aeroporto de Sevilha, na Espanha.
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da Coluna Mirelle Pinheiro
À época, a droga foi avaliada em 1.306.695 euros, o equivalente a R$ 6.399.083,62.
Orgias
Durante a investigação sobre os 37 kg de cocaína, Manoel Rodrigues foi questionado sobre suas idas a um motel no Núcleo Bandeirante (DF). À época, ele negou que o local fosse usado para repassar as drogas, declarando que ia ao estabelecimento somente para fazer orgias.
Na ocasião, em depoimento prestado em Sevilha, na Espanha, o ex-sargento alegou que tinha “mania” de ir a motel com amigos do Grupamento de Transportes Especial, “pois tinha uma vida sexual muito ativa, com orgias, essas coisas, mas não tem a ver com drogas”.
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Na ocasião, em depoimento prestado em Sevilha, na Espanha, o ex-sargento alegou que tinha “mania” de ir a motel com amigos do Grupamento de Transportes Especial
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Durante a investigação sobre os 37 kg de cocaína, Manoel Rodrigues foi questionado sobre suas idas a um motel no Núcleo Bandeirante (DF)
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À época, a droga foi avaliada em 1.306.695 euros, o equivalente a R$ 6.399.083,62
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Quando foi flagrado com os entorpecentes, o homem atuava como comissário de bordo em voos da FAB
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Apesar dos argumentos, a investigação entendeu que o argumento não era válido, já que o militar contava à esposa sobre a ida ao motel, que é uma mulher definida como ciumenta. As autoridades disseram que a droga era repassada por um outro militar de codinome “Flamengo”.
“A rede hoteleira é comumente utilizada por traficantes para diversos fins. Dentre eles, está a preparação de transportadores de drogas – mulas. À vista disso, conhecendo o perfil do investigado e as circunstâncias da viagem ao Azerbaijão, acredita-se que ele foi para o motel a fim de receber o entorpecente”, detalha a denúncia do Ministério Público Militar.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Letícia Guedes.

