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Ex-soldado que matou e queimou corpo de militar vai a júri popular

Ex-soldado que matou e queimou corpo de militar vai a júri popular
Reprodução/Redes sociais

O ex-soldado do Exército Brasileiro, Kelvin Barros da Silva (imagem em destaque), que confessou ter matado e ateado fogo no corpo da cabo da mesma instituição, Maria de Lourdes Freire Matos, 25 anos, está em prisão preventiva e irá passar por júri popular, pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver. O caso aconteceu em 5 de dezembro de 2025, no 1º Regimento de Cavalaria de Guarda (RCG).

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Kelvin Barros da Silva confessou o crime

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Na época, Kelvin Barros era soldado do Exército

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Ele fez parte do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas

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Maria de Lourdes Freire Matos. de 25 anos, foi assassinada pelo ex-soldado Kelvin Barros da Silva, 21, em 5 de dezembro

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Maria de Lourdes Freire tinha 25 anos e foi morta dentro do batalhão do Exército onde era lotada

Imagem obtida pelo Metrópoles

 O crime

Maria morreu carbonizada no que se acreditava ser um incêndio acidental. Mais tarde, Kelvin admitiu às autoridades ter matado a mulher, após os dois terem uma discussão.

Segundo o feminicida, que foi localizado por agentes da 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte), após cometer o crime, eles tinham um relacionamento extraconjugal.

“Após uma discussão, em que a mulher exigiu que ele terminasse com a atual namorada e a assumisse, conforme prometido pelo autor, a vítima teria sacado sua arma de fogo”, comentou o delegado Paulo Noritika.

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do Metrópoles DF

“O homem teria segurado a pistola enquanto ela tentava municiá-la. Enquanto isso, ele teria conseguido alcançar a faca militar da vítima, que estava em sua cintura, e a atingiu, profundamente, na região do pescoço”, detalhou o delegado.

Paulo Noritika afirmou ainda que a vítima foi encontrada com a arma branca no local da lesão. “Depois disso, no desespero, ele pegou um isqueiro e álcool, incendiando a fanfarra em seguida e fugindo do local, levando a pistola consigo e se desfazendo dela”, disse.

Quem era a militar assassinada

Maria de Lourdes Freire Matos era cabo da força e musicista, integrando a fanfarra do quartel. Ela havia ingressado no Exército Brasileiro em junho de 2025.

Relembre o caso


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Isabella Wagner.

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