A influenciadora digital Tainá Militão usou suas redes sociais para quebrar um grande tabu do universo materno: a romantização excessiva da gravidez. À espera de seu primeiro bebê com o zagueiro Éder Militão, ela abriu o coração com os seguidores e confessou que não apreciou o período gestacional em suas experiências anteriores, gerando uma onda de identificação.
Mãe de Helena, de seis anos, e Matteo, de cinco, ambos frutos de seu antigo relacionamento com o também jogador Léo Pereira, Tainá revelou que carregou um forte sentimento de vergonha. A pressão para que as mulheres vivam a gestação em um estado de “plenitude constante” fez com que ela se sentisse inadequada por não conseguir lidar bem com as partes difíceis do processo.
Veja as fotosAbrir em tela cheia Tainá MilitãoCrédito: Reprodução Instagram @tainamilitao Tainá MilitãoCrédito: Reprodução Instagram @tainamilitao Tainá e Éder MilitãoCrédito: Reprodução Instagram
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Em um desabafo sincero, a criadora de conteúdo pontuou que o cansaço, os enjoos e as intensas transformações físicas e emocionais costumam ser mascarados para manter as aparências. “Eu, por duas gestações, não gostei de estar grávida e está tudo bem. Eu sentia muita vergonha de falar isso para as pessoas”, admitiu.
Para a esposa de Éder Militão, é fundamental separar os incômodos físicos da gravidez do afeto pelo bebê que está a caminho. Ela reforçou que não sentir prazer nessa fase não anula o amor incondicional pelo filho, sendo apenas um reflexo humano diante da exaustão e da vulnerabilidade feminina.
“Não gostar de estar grávida não significa que você não ame o seu filho. Significa que você é humana”, garantiu Tainá. No encerramento de sua reflexão, ela fez um apelo para que a internet normalize essas queixas, permitindo que as mães expressem seus medos sem enfrentar um tribunal. “Quanto mais a gente fala sobre isso, mais mulheres deixam de se sentir sozinhas e inadequadas”, concluiu.

