Após ter sido condenado à prisão perpétua aos 18 anos, Thomas Stein fez um último pedido ao juiz da Corte da Flórida, nos Estados Unidos, que lhe foi negado. Ele queria dar um abraço em sua família antes de deixar o julgamento e ser preso para o resto da vida, na última sexta-feira (10/7).
“Se eu pudesse lhe pedir apenas uma coisa, antes de sair do tribunal, se eu pudesse dar um abraço na minha família, se o senhor permitiria?”, perguntou Thomas, visivelmente abalado.
Mas, o juiz Nick Thompson negou. Ele condenou Thomas pela morte a tiros de Kayla Rincon-Miller, de 15 anos, em março de 2024. Ele e um amigo abordaram a adolescente e suas duas amigas com um carro, em Cape Coral, em uma tentativa de assalto.
O magistrado respondeu: “Não posso atender a esse pedido aqui. Você pode se despedir, mas não pode ter nenhum contato físico”. Thomas acatou rapidamente.
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O jovem também foi condenado a mais 45 anos de prisão, sendo 15 anos para cada uma das três acusações de tentativa de roubo à mão armada às quais foi réu.
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do Metrópoles
No julgamento ficou comprovado que Kayla foi escolhida aleatoriamente pela dupla de amigos criminosos. Thomas e Christopher Horne Jr. pararam com o carro ao lado da vítima enquanto ela saía de um cinema para comer em uma lanchonete.
Na corte, Thomas alegou que não foi ele quem atirou na adolescente.
“Eu não sabia que ia haver um assalto, mas foi a minha reação de fugir que acabou por desempenhar um papel fundamental em ajudar os criminosos”, disse ele. “Sei que não era minha intenção, mas a verdade é que isso não muda o resultado. Não muda o fato de que uma vida foi tirada e pessoas inocentes foram traumatizadas para sempre por causa disso.”
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Lorena Pacheco.

