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Motorista de aplicativo é alvo da PCDF por delivery de cocaína

Motorista de aplicativo é alvo da PCDF por delivery de cocaína
Reprodução / PCDF

Um motorista de aplicativo investigado por atuar como entregador de drogas foi alvo de uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) na manhã desta sexta-feira (17/7). A ação, batizada de Operação Delivery, foi deflagrada por policiais da 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião), que apuram a comercialização de cocaína em diversas regiões do DF, especialmente em São Sebastião.

Durante a operação, os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão domiciliar e de afastamento do sigilo telemático do investigado, permitindo o acesso a mensagens, e-mails, histórico de navegação e registros de IP.

A autoridade policial também representou pela prisão preventiva do suspeito. O pedido contou com parecer favorável do Ministério Público, mas foi negado pelo Poder Judiciário.

Delivery de drogas

De acordo com as investigações, o homem utilizava a atividade de motorista de aplicativo para mascarar o tráfico de drogas.

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Aproveitando as corridas realizadas diariamente, ele entregava entorpecentes diretamente a usuários e compradores, fazendo com que a atividade criminosa se confundisse com a rotina normal de trabalho, o que dificultava a ação policial.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam duas embalagens com vestígios de uma substância em pó branca, com características semelhantes às da cocaína, além de uma balança de precisão e quatro aparelhos celulares.

Segundo a investigação, os materiais são compatíveis com a prática do tráfico de drogas e reforçam os indícios contra o investigado.

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Todo o material apreendido será submetido à perícia para confirmar a natureza e a quantidade da substância encontrada.

As investigações, conduzidas pela Seção de Repressão às Drogas (SRD) da 30ª DP, continuam para identificar a extensão da atuação criminosa, possíveis fornecedores, compradores e a eventual participação de outros envolvidos.

O investigado responderá pelo crime de tráfico de drogas e, se condenado, poderá cumprir pena de até 15 anos de prisão.

A operação contou com o apoio operacional do Canil da Divisão de Operações Especiais (DOE) da PCDF.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Larice de Paula.

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