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PCDF diz que apura possível omissão de socorro em morte dentro de UPA

PCDF diz que apura possível omissão de socorro em morte dentro de UPA
Material cedido ao Metrópoles

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) informou, nesta quarta-feira (15/7), que segue investigando um possível crime de omissão de socorro na morte de Vilmar Pereira da Silva na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Recanto das Emas.

A informação foi enviada ao Metrópoles por meio de nota, após a corporação afirmar que tinha arquivado a ocorrência da investigação sobre a morte do homem. A PCDF explicou que foi juntado o laudo cadavérico produzido pelo Instituto Médico Legal  (IML) que afirma que Vilmar teve uma morte súbita cardíaca, provocada por um tamponamento cardíaco, evidenciando morte por causas naturais. 

Uma possível omissão de socorro, no entanto, não está descartada.

“Foi aberto procedimento investigativo interno na UPA sobre o caso, procedimento este que está sendo acompanhado pela investigação, restando pendente juntada dos elementos colhidos na Unidade de Saúde, dentre outras diligências relacionadas que integrarão relatório da seção responsável pela investigação que será ainda concluído, viabilizando a análise sobre a necessidade de instauração de inquérito para apurar possível crime de omissão de socorro”, explicou a PCDF.

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Relembre o caso

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal-DF (Iges-DF) também investiga o caso e informou ainda que adotou medidas para reforçar os fluxos assistenciais na unidade.

“Paralelamente, a unidade implementou, em conjunto com os setores Humanizar, Qualidade e Segurança do Paciente e demais áreas envolvidas, medidas de aprimoramento dos fluxos assistenciais voltadas ao fortalecimento do acolhimento, da identificação precoce de situações de vulnerabilidade e da segurança do paciente”, afirmou.

O IgesDF acrescentou que, em razão do sigilo dos procedimentos administrativos, da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e da necessidade de preservar pacientes, familiares e profissionais envolvidos, “não divulgará informações adicionais nem antecipará conclusões enquanto a apuração estiver em curso”.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por João Paulo Nunes.

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