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Suspeita de motim no presídio de Rio Branco faz Iapen suspender visitas e investigar envenenamento de cão policial

Uma suspeita de motim no presídio de Rio Branco levou o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) a suspender as visitas ao Pavilhão E do Complexo Penitenciário Doutor Francisco de Oliveira Conde (FOC), nesta quarta-feira (15).

Segundo o instituto, a decisão foi tomada após a identificação de indícios que poderiam indicar a preparação de um motim dentro da unidade prisional. Como medida preventiva, o acesso de visitantes ao pavilhão foi interrompido seguindo os protocolos de segurança adotados pelo sistema penitenciário acreano.

De acordo com o Iapen, a suspensão busca preservar a integridade dos policiais penais, dos visitantes e das pessoas privadas de liberdade, evitando riscos caso a situação evolua para um episódio de violência.

A determinação foi comunicada pela direção dos Estabelecimentos Prisionais Provisórios e de Regime Semiaberto ainda na terça-feira (14).

Cão policial foi envenenado

Além da suspensão das visitas, o Iapen informou que um cão policial utilizado nas atividades da Polícia Penal foi vítima de envenenamento.

O órgão classificou o caso como um ato criminoso e afirmou que o episódio representa um atentado direto contra os servidores que atuam nas unidades prisionais do estado.

As circunstâncias do envenenamento ainda estão sendo investigadas e, até o momento, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde do animal ou possíveis suspeitos.

Investigações continuam

O Instituto de Administração Penitenciária informou que todas as medidas de segurança foram reforçadas no Complexo Penitenciário Francisco de Oliveira Conde enquanto as equipes apuram a possível articulação do motim e o ataque contra o cão policial.

Até a publicação desta matéria, o Iapen não informou por quanto tempo as visitas ao Pavilhão E permanecerão suspensas nem divulgou detalhes adicionais sobre os fatos investigados.

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