A nota foi assinada pela presidente do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), conselheira Dulce Benício, e pela diretora da Escola de Contas, conselheira Naluh Gouveia.
No documento, as conselheiras classificam como grave a violência registrada durante a manifestação, destacando que estudantes e profissionais da imprensa tiveram direitos fundamentais violados enquanto participavam ou realizavam a cobertura jornalística do ato.
Segundo o posicionamento, o direito à manifestação pacífica, à liberdade de expressão e ao livre exercício da atividade jornalística são garantias previstas na Constituição Federal e devem ser respeitadas.
“As conselheiras manifestam seu mais veemente repúdio aos atos de violência registrados durante a manifestação de estudantes em defesa de melhorias no transporte coletivo”, destaca trecho da nota.
Cobrança por soluções e investigação
Além de condenar os episódios de violência, o TCE-AC defendeu que o poder público trate com prioridade a crise do transporte coletivo em Rio Branco.
As conselheiras afirmam que o serviço impacta diretamente a rotina de milhares de estudantes e trabalhadores e ressaltam a necessidade de medidas efetivas para melhorar o sistema.
O documento também pede que os fatos sejam devidamente investigados para identificar responsabilidades e evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer.
Ao final da manifestação, Dulce Benício e Naluh Gouveia reforçam a importância do diálogo, do respeito aos direitos fundamentais e da proteção ao exercício da cidadania e da atividade jornalística.
Por Allyson Barros

