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Tenente da Rota tem melhora na função cerebral, mas segue na UTI

Tenente da Rota tem melhora na função cerebral, mas segue na UTI
Polícia Militar/Reprodução

O tenente do 1º Batalhão da Rota — Batalhão de Choque da Polícia Militar (PM) — Rota Ronickson Pimentel dos Santos, de 39 anos, baleado na cabeça no final de junho em São Caetano, no ABC, Grande São Paulo, apresentou melhora na função cerebral, de acordo com boletim médico divulgado nesta quarta-feira (15/7). O policial permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André.

Segundo a atualização, o sistema de drenagem natural do cérebro do tenente vem retomando sua função natural. Por conta disso, a equipe médica decidiu fechar o dispositivo na noite de terça (14/7), em caráter de avaliação, com tomografia de controle programada. Confirmada a boa resposta, os médicos podem fazer a retirada definitiva do dreno.

Pimentel também passou por uma gastrostomia, procedimento complementar de suporte nutricional que vinha sendo programado pela equipe do hospital. No último dia 9 de julho, ele havia sido submetido a uma traqueostomia, que ocorreu sem intercorrências.

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do Metrópoles SP

Tenente baleado

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Sete mortes durante investigação

Em pouco menos de 15 dias, a investigação sobre o atentado resultou na prisão de três suspeitos e na apuração da morte de sete homens que, inicialmente, foram apontados como suspeitos de ligação com o caso.

Em quatro dos seis boletins de ocorrência obtidos pelo Metrópoles, policiais militares afirmam ter recebido denúncias de que os indivíduos teriam participado do ataque ao tenente. Até o momento, porém, não há comprovação de que qualquer um deles tenha ligação direta com o atentado.

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Ronickson Pimentel dos Santos, tenente da Rota baleado. Irmão de Eloá Pimentel

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Moto usada por dupla responsável por atentado a tenente das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) foi apreendida próximo à comunidade de Heliópolis, zona sul da capital paulista.

Polícia Militar/Divulgação.4 de 6Reprodução / Redes sociais5 de 6

Ronickson Pimentel, tenente da Rota baleado na cabeça, e a esposa, Cintia Pimentel

Reprodução/ Instagram6 de 6

Ronickson Pimentel dos Santos

Polícia Militar/Câmera de segurança/Reprodução

As duas primeiras mortes ocorreram em 29 de junho, dois dias após o crime. Na Estrada Aricanduva, na zona leste da capital, um homem denunciado por suposta participação no atentado morreu após, segundo os policiais, atirar contra a equipe durante a abordagem.

No mesmo dia, outro suspeito morreu na Vila Galvão, em Guarulhos, depois de, conforme o registro policial, fazer menção de sacar uma arma durante a abordagem da Rota.

Em 2 de julho, outras duas mortes foram registradas. Em Guaianases, um homem morreu após reagir a uma abordagem, segundo a PM. Em Peruíbe, no litoral sul, outro suspeito foi morto depois de uma perseguição que terminou em confronto, de acordo com a corporação.

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Outros dois casos ocorreram na zona sul da capital. No Jardim Miriam, um homem morreu após uma troca de tiros durante patrulhamento na Favela do Arrebento. Já no Jardim São Luís, um suspeito foi baleado e morreu depois que policiais afirmaram ter sido recebidos a tiros ao averiguar uma denúncia de tráfico de drogas. A sétima morte aconteceu na zona leste no dia 10 de julho.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) anunciou uma recompensa de R$ 50 mil por quem passar informações que levem à identificação do paradeiro de Hércules da Costa Siqueira, o Golias, apontado como o principal suspeito de atirar contra Ronickson Pimentel dos Santos. Ele segue foragido.

Recentemente, o criminoso foi flagrado caminhando em uma estrada de terra em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Imagens obtidas pelo Metrópoles (veja acima) mostram o suspeito com uma criança no colo, acompanhado de duas mulheres, no dia 30 de junho, por volta das 23h50.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Gabrielle Gonçalves.

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