Integrantes da federação União-PP reclamam, nos bastidores, de ainda não terem sido procurados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e nem por aliados encarregados de articular sua pré-campanha, entre eles o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o senador Rogério Marinho (PL-RN).
À coluna, membros da cúpula da federação afirmam que, apesar das divergências recentes entre o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), e Flávio Bolsonaro, houve pouco contato para discutir articulação política ou eventual aliança.
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Senador Flávio Bolsonaro é o principal nome da direita para as eleições deste ano
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Flávio Bolsonaro durante a Romaria do Divino Pai Eterno, em Trindade (GO)
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto3 de 3
Flávio Bolsonaro é o pré-candidato à Presidência do Partido Liberal (PL)
Luis Nova/Metrópoles @LuisGustavoNova
“Existe mágoa entre eles, mas mágoa se resolve com carinho”, disse à coluna um integrante da cúpula da federação.
Segundo esses interlocutores, o grupo do senador “não tem conversado nem articulado com ninguém”, o que pode acabar deixando Flávio politicamente isolado, “só com apoio do PL”.
No domingo (12/7), o Republicanos divulgou uma nota para negar que tenha fechado apoio à pré-candidatura do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
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do Metrópoles
A legenda também desmentiu ter negociado a indicação de seu presidente, o deputado federal Marcos Pereira (SP), para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) como condição para selar a aliança.
Nos bastidores, a avaliação entre lideranças do Centrão é de que a resistência ao projeto de Flávio tende a se repetir em outras siglas do bloco.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Milena Teixeira.

