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Ala do Planalto defende afastamento de ex-assessor de Lula da campanha

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Ricardo Stuckert / PR

A divulgação da investigação da Polícia Federal sobre supostos repasses da lobista Roberta Luchsinger ao ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana, abriu novo debate no Palácio do Planalto e aumentou a tensão entre integrantes do PT e da campanha.

Como a coluna mostrou, aliados de Lula minimizam o impacto eleitoral do caso, mas reconhecem que o episódio pode atrapalhar a campanha de reeleição do petista e servir como munição para a oposição nas críticas ao governo.

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Ex-assessor de Lula admite que fez “empréstimo” com amiga de Lulinha

Reprodução/Redes Sociais2 de 3PT/YouTube/Reprodução3 de 3

O presidente Lula na convenção do PT em SP que confirmou sua candidatura à reeleição

PT/YouTube/Reprodução

Alguns interlocutores chegaram a defender, inclusive, o afastamento de Marcola da campanha presidencial até que ele apresente os comprovantes das transferências.

A possibilidade, porém, é rejeitada por outros integrantes do partido, que lembram que o ex-assessor é uma pessoa de confiança de Lula e que ele tem o direito de apresentar sua defesa.

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do Metrópoles

Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, a Polícia Federal apura uma suposta transferência de dinheiro feita por Roberta Luchsinger, apontada como lobista ligada ao caso do “Careca do INSS” e amiga do empresário Lulinha, filho do presidente, para Marco Aurélio Santana. O caso foi revelado inicialmente pelo Poder360.

Oficialmente, conforme informou o Metrópoles, Marcola afirmou que deixou a gestão petista para integrar a campanha de reeleição de Lula.

Aliados afirmam que Lula deverá adotar em relação ao ex-assessor o mesmo argumento que tem usado em defesa do próprio filho: o de que a Polícia Federal tem autonomia para investigar.

O que diz Marcola

Em nota, o ex-chefe de gabinete afirmou ter recebido com surpresa a reportagem e negou qualquer irregularidade.

“Recebi com surpresa a matéria que trata um empréstimo pessoal, já quitado, como algo ilegal. Nunca tive qualquer relação que caracterize ilegalidade no exercício de minha função”, declarou.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Milena Teixeira.

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