Hospital Anchieta | Conteúdo patrocinado19/08/2026 06:00
A imagem da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) como um ambiente marcado apenas por equipamentos, procedimentos e isolamento vem dando lugar a uma nova concepção de cuidado. Privacidade, iluminação natural, redução de ruídos e atenção às necessidades individuais passaram a dividir espaço com a tecnologia no tratamento de pacientes críticos.
É dentro dessa proposta que foram estruturados os 32 novos leitos de UTI do Hospital Anchieta Ceilândia. A ampliação aumentou a capacidade de atendimento da unidade e incorporou mudanças à própria organização do ambiente destinado aos pacientes de alta complexidade.
As acomodações são individuais e possuem banheiros privativos, iluminação natural, controle de ruídos e monitorização contínua. A estrutura busca conciliar recursos de alta complexidade com condições que ofereçam mais privacidade e conforto durante a internação.
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Nova UTI do hospital Anchieta Ceilândia
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Nova UTI do hospital Anchieta Ceilândia
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Ambiente também faz parte do cuidado
Para o coordenador das UTIs do Hospital Anchieta Ceilândia, Belchior Santana, a evolução da medicina intensiva passa pela integração entre estrutura, tecnologia e atuação de diferentes profissionais.
Hoje, entendemos que a recuperação do paciente depende de um conjunto de fatores. A tecnologia é fundamental, mas também fazem diferença um ambiente mais silencioso, acomodações individuais, iluminação natural e a atuação integrada de diferentes profissionais. Tudo isso contribui para uma assistência mais segura e eficiente.
Belchior Santana, coordenador das UTIs do Hospital Anchieta Ceilândia
A proposta acompanha uma mudança na própria forma de enxergar o cuidado intensivo. Além de tratar a condição clínica, a assistência passa a considerar as necessidades individuais do paciente durante um período de maior vulnerabilidade.
Esse olhar se estende à composição das equipes. Médicos intensivistas, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos, psicólogos e fonoaudiólogos estão entre os profissionais envolvidos no acompanhamento integrado durante a internação.
A mudança também passa pela forma como a própria internação em terapia intensiva é encarada. O coordenador regional das UTIs dos Hospitais Anchieta, Marcelo Maia, ressalta que a indicação no momento adequado pode permitir uma atuação mais rápida diante de alterações no quadro clínico.
A UTI deixou de ser vista apenas como o último recurso. Em muitos casos, a internação no momento apropriado permite monitoramento contínuo, intervenções mais rápidas e redução de complicações, aumentando as chances de recuperação.
Marcelo Maia, coordenador regional das UTIs dos Hospitais Anchieta
Tecnologia permanece como aliada
A humanização do ambiente caminha ao lado dos recursos tecnológicos. Entre os diferenciais da estrutura está um leito com sistema de isolamento respiratório por pressão negativa, tecnologia inédita em Brasília. O recurso impede que o ar potencialmente contaminado circule por outras áreas da unidade, aumentando a segurança no atendimento de pacientes com doenças infectocontagiosas.
A UTI também está integrada a uma ressonância magnética equipada com recursos de inteligência artificial. A tecnologia melhora a qualidade das imagens, reduz o tempo dos exames e contribui para decisões clínicas mais rápidas, especialmente em casos de maior complexidade.
Para o diretor-geral e diretor técnico do Hospital Anchieta Ceilândia, Clodoaldo Abreu da Silveira Júnior, a estrutura também amplia o acesso à assistência especializada na região.
Estamos oferecendo à comunidade uma estrutura preparada para atender pacientes críticos com tecnologia, equipes qualificadas e um modelo assistencial alinhado às necessidades da medicina intensiva atual. É um investimento que amplia o acesso das pessoas a uma medicina de qualidade e fortalece a assistência na região.
Clodoaldo Abreu da Silveira Júnior, diretor-geral e diretor técnico do Hospital Anchieta Ceilândia
Com os 32 novos leitos, o Hospital Anchieta Ceilândia amplia a capacidade para atendimento de alta complexidade e reúne, em uma mesma estrutura, tecnologia, assistência multiprofissional e ambientes planejados para oferecer mais conforto e privacidade durante o período de internação.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Conteúdo Especial.

