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Ana Lídia: com morte de irmão, caso é enterrado sem respostas após 53 anos

Ana Lídia: com morte de irmão, caso é enterrado sem respostas após 53 anos
Hugo Barreto/Metrópoles

A morte de Álvaro Henrique Braga, irmão da jovem Ana Lídia Braga, violentada e assassinada no dia 12 de setembro de 1973, nas imediações da Universidade de Brasília (UnB), “enterra” o caso que chocou o país e é considerado, até hoje, um dos mais emblemáticos da história de Brasília.

Após o caso, Álvaro se mudou para o Rio de Janeiro, onde atuava como médico desde 1983. O óbito dele foi confirmado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ) e ocorreu em 25 de novembro do ano passado, mas só se tornou público nessa quarta-feira (16/9).

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Em 2023, quando o caso completou 50 anos, o Metrópoles publicou uma reportagem especial, assinada pela repórter Nathália Cardim, reconstituindo a história.

Entenda o caso

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O Parque Ana Lídia fica no Estacionamento 12 e recebe crianças diariamente

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Bonecas também são deixadas no jazigo

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O túmulo de Ana Lídia é um dos mais visitados no Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul

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Criança foi morta em 1973

Gustavo Moreno/ Especial para o Metrópoles6 de 6Gustavo Moreno/ Especial para o Metrópoles

Mortes

Raimundo Lacerda Duque morreu em 2005, em decorrência de problemas com alcoolismo. A mãe de Ana Lídia, que sempre afirmou não acreditar no envolvimento do filho, morreu em março do mesmo ano.

O pai, Álvaro Braga, se mudou com a família para o Rio de Janeiro após o filho ser absolvido do crime. Ele morreu na capital carioca, em 2011, sem nunca ter dado entrevista sobre o caso.

Alfredo Buzaid Júnior morreu em 1975, em um acidente de carro. Em 1990, Rezendinho se suicidou, aos 40 anos, em Vitória (ES).


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Arthur de Souza.

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