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Após 3 semanas, PM ainda investiga sumiço de seis armas em batalhão de SP

Após 3 semanas, PM ainda investiga sumiço de seis armas em batalhão de SP
Carla Sena / Arte Metrópoles

A PM informou que abriu um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar as circunstâncias do extravio e identificar eventuais responsáveis. A investigação é acompanhada pela Corregedoria da corporação, e diligências continuam sendo realizadas para tentar localizar as armas.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), caso sejam identificadas irregularidades, os responsáveis poderão sofrer as medidas cabíveis nas esferas administrativa e criminal.

Até o momento, a corporação não informou quais são os seis armamentos desaparecidos, nem em que momento o sumiço foi constatado. Também não há informações oficiais sobre suspeitos ou sobre a possibilidade de as armas terem deixado as dependências do batalhão.

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do Metrópoles SP

Relembre o caso

O desaparecimento das armas veio a público em 11 de agosto. Na ocasião, a Polícia Militar confirmou que havia instaurado uma investigação para descobrir em quais circunstâncias o armamento, que pertencia ao 27º BPM/M, havia sido extraviado.

Desde então, equipes da corporação realizam diligências para localizar o material e levantar informações que possam esclarecer como as armas desapareceram.

A Corregedoria da PM acompanha o caso e, conforme a investigação avançar, poderá apontar eventuais responsabilidades. Por enquanto, a corporação afirma que o trabalho continua e que nenhuma conclusão foi divulgada sobre o paradeiro das armas.

Essa não é a primeira vez que armas sob responsabilidade de forças de segurança somem no estado de São Paulo.

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Furto de armas do Exército

Em 2023, um dos casos de maior repercussão envolveu o Arsenal de Guerra do Exército, em Barueri, na Grande São Paulo. Na ocasião, 22 armas foram retiradas do local, entre elas 13 metralhadoras calibre .50, oito metralhadoras calibre 7,62 e um fuzil.

As investigações apontaram que militares envolvidos no esquema aproveitaram o feriado da Independência, em setembro daquele ano, para retirar o material das instalações do Exército.

Armas furtadas

O caso levou à prisão de suspeitos e, posteriormente, o Superior Tribunal Militar (STM) manteve a condenação de dois civis acusados de envolvimento no furto das armas.

Diferentemente do episódio de 2023, o caso atual envolve um batalhão da Polícia Militar e ainda está em fase de investigação. A corporação afirma que as diligências continuam para localizar os seis armamentos e esclarecer como ocorreu o extravio.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Julia Gandra.

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