O Brasil criou 58.568 vagas de emprego formal, ou seja, com carteira assinada, em julho deste ano, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (28/8) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O resultado é o pior desde 2020, que é início da série histórica na atual metodologia.
O saldo do mês é decorrente de 2.262.888 admissões e 2.204.320 desligamentos. Do total, 95,1% dos postos foram considerados típicos, e 4,9%, não típicos — classificação utilizada pela pasta para se referir aos trabalhadores aprendizes, intermitentes, temporários e com carga horária de até 30h.
No mês, quatro dos cinco agrupamentos de atividades econômicas apresentaram saldos positivos.
Confira a variação de cada atividade econômica:
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do Metrópoles
- Serviços, com criação de mais 24.098 postos;
- Agropecuária, com 12.523 postos;
- Comércio, com saldo negativo de 2.056 postos;
- Construção Civil, com saldo positivo de 12.691 postos;
- Indústria, com saldo positivo de 11.315 postos.
Grupos populacionais
Sobre os grupos populacionais, em julho, o saldo foi mais favorável para os homens com a criação de 38.085 mil vagas, do que para as mulheres, com mais 20.483 vagas. Neste mês, houve crescimento em 22 unidades da federação (UF), com destaque para Amazonas, Mato Grosso e Piauí.
Em atualização.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Deivid Souza.

