A reestruturação do varejo nacional ganhou novos desdobramentos após pronunciamento da diretoria executiva da companhia. A Casas Bahia espera 2027 pior que 2026 em relação às condições macroeconômicas e à concessão de crédito, fator que fundamentou o plano de encerramento de cerca de 300 unidades físicas em todo o país.
Durante conferência com analistas, o presidente-executivo da empresa, Renato Franklin, destacou que o ajuste no parque de lojas foi planejado para ocorrer em etapa única, eliminando operações que apresentavam baixo desempenho financeiro. A medida acompanha o pedido de recuperação judicial apresentado pela rede para readequar suas dívidas e reestruturar suas operações digitais e físicas.
No ambiente online, a estratégia prevê foco na rentabilidade das margens e redução de volumes de vendas que não gerem retorno positivo. Parcerias em modelos de marketplace continuam no planejamento da empresa como viabilizadores de eficiência operacional e comercial.

