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Caso Berenice: cozinheira morta após carona da patroa será velada em SP

Caso Berenice: cozinheira morta após carona da patroa será velada em SP
Reprodução/Redes Sociais

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Patroa teria matado cozinheira para não pagar rescisão, diz polícia

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Berenice Ramos de Aguiar Faria

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Berenice Ramos de Aguiar Faria

O corpo de Berenice foi encontrado no último dia 17, preso na Estrada da Serra das Águas, conhecida como Estrada de Lídice, em Rio Claro, no Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, a cozinheira estava presa a uma árvore em um trecho íngreme, rochoso e de mata fechada, o que dificultou a remoção, a qual se estendeu por horas.

O delegado seccional de São Sebastião, André Luiz Matera Costilhas, contou ao Metrópoles que os familiares reconheceram a cozinheira a partir de tatuagens e de características físicas. Além disso, o corpo, que estava em avançado estado de decomposição, vestia as mesmas roupas que a mulher antes de desaparecer.

Eliane Alves dos Santos, de 46 anos, a patroa de Berenice, foi presa temporariamente no último dia 10. A Polícia Científica identificou, a partir de exame de luminol, manchas de sangue dentro do carro de Eliane. Além disso, duas marcas de disparos oriundos de arma de fogo também foram identificadas na caminhonete da mulher.

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do Metrópoles SP

A principal tese é de que Berenice Faria foi morta a tiros dentro do carro de Eliane. Depois do assassinato, a cozinheira teria tido o corpo desovado no Rio de Janeiro.

Um dos três filhos da cozinheira afirmou ao Metrópoles que viu contradições na versão apresentada pela patroa da mãe sobre a carona ao Centro de Ubatuba, litoral norte de São Paulo, que teria ocorrido dia 30 de junho.

Entenda o caso


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Gabrielle Gonçalves.

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