O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira (28/7), a distribuição de cerca de R$ 13,04 bilhões em lucros aos trabalhadores referentes ao resultado obtido em 2025.
A distribuição seguirá a regra legal que determina o crédito dos valores até 31 de agosto de 2026, diretamente nas contas vinculadas de 138,2 milhões de trabalhadores.
Os recursos acumulados do FGTS são usados pelo governo em investimentos, principalmente em habitação, saneamento e infraestrutura. Essas aplicações geram rendimento ao longo do ano. O lucro em 2025 foi de R$ 14,65 bilhões, conforme balanço divulgado nesta terça, 7,7% maior do que o verificado em 2024. O saldo do fundo é de R$ 837,7 bilhões.
Parte desse resultado positivo será distribuída aos trabalhadores como forma de aumentar a rentabilidade das contas, que hoje têm rendimento básico de 3% ao ano mais a Taxa Referencial (TR).
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do Metrópoles
Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a rentabilidade total das contas no ano chega a 6,90% e supera em 2,53 pontos percentuais o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Recebem o crédito todos os trabalhadores que tinham saldo em contas do FGTS até 31 de dezembro de 2025.
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Isso inclui:
- Contas de empregos atuais (ativas);
- Contas de empregos antigos (inativas).
O dinheiro não é dividido igualmente. A distribuição é feita de forma proporcional ao saldo de cada pessoa. Ou seja, o valor é proporcional ao dinheiro no fundo.
A proposta em análise previa a distribuição de cerca de 89% do lucro total, o que deve resultar em um ganho de de 1,87% sobre o saldo para cada um dos trabalhadores.
O lucro distribuído referente a 2024 foi de R$ 12,9 bilhões, o que foi equivalente a 95% da lucratividade naquele ano.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Deivid Souza.

