Na semana passada, Mendonça pediu a Fachin para submeter ao plenário um pedido de investigação contra Moraes em razão das mensagens que expuseram a relação do magistrado com Daniel Vorcaro.
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O presidente do STF, Edson Fachin
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto2 de 3
Os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes trocaram acusações nesta semana e elevaram a crise no STF
Igo Estrela/Metrópoles3 de 3
Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro
Foto: Divulgação
Na petição, Mendonça pediu ao presidente do Supremo que leve o caso ao julgamento dos demais ministros “de forma pública e transparente, em sessão presencial do colegiado”.
Moraes, por sua vez, reagiu e pediu a Fachin uma investigação contra Mendonça pelos crimes de abuso de autoridade, improbidade administrativa, crime de responsabilidade e favorecimento a grupo político.
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da Coluna Igor Gadelha
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A aposta entre outros ministros é de que o presidente do STF evitará levar a disputa entre Moraes e Mendonça ao plenário físico por temer que a sessão se transforme em um sangramento público da Corte.
O temor é de que, encurralado, Moraes exponha na sessão não só Mendonça, como outros ministros do STF que tiveram algum relacionamento com Vorcaro ou com o Master, o que escalaria ainda mais a crise.
Nesse cenário, a aposta é de que Fachin tomará decisões individuais como presidente da Corte e dará encaminhamentos sem expor, em uma sessão televisionada, as feridas do Supremo.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Igor Gadelha.

