“Infelizmente, eu estava voltando para casa depois de buscar um dinheiro para o meu pai. Estavam perseguindo um rapaz que queriam matar e, quando passei de bicicleta, acabei sendo atingido. Joguei a bicicleta no chão e me atirei na grama. Só depois de alguns segundos percebi um enorme buraco na bermuda”, declarou, em entrevista ao programa Un Break.
O volante de 23 anos contou que desmaiou por conta da dor. Entretanto, ele tinha apenas uma preocupação. “A bala não atravessou a perna, ficou alojada e parecia que estava queimando minha carne por dentro. Desmaiei de dor. Quando cheguei ao hospital, a primeira coisa que perguntei foi se poderia voltar a jogar futebol. Era isso que mais me preocupava”, disse.
Apesar da situação, os médicos que cuidaram do atleta optaram por não retirar a bala, pois ela estava muito próxima da aorta. Foram feitas duas tentativas: na primeira, a cirurgia foi interrompida por conta dos risco do procedimento. Somente em 2018, uma cirurgia conseguiu concluiu a retirada do projétil.
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do Metrópoles
“Graças a Deus, a bala bateu primeiro no chão e depois na bicicleta. Se tivesse chegado com mais força, teria quebrado meu fêmur, e a história seria outra. Ela ficou no meu corpo até 2018. Era difícil competir assim. No frio ou quando havia lua cheia, eu sentia muitas dores”, encerrou.
Puerta foi titular da Colômbia na Copa do Mundo de 2026 e disputou as cinco partidas da seleção. Ele foi substituído apenas uma vez, contra o Uzbequistão, aos 35 minutos do segundo tempo. O volante deu uma assistência e não marcou nenhum gol.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Gabriel Lima.

