Após a forte ventania que atingiu São Paulo nessa quarta-feira (29/7) e deixou três mortos, o governo paulista decidiu manter o Gabinete de Crise mobilizado para acompanhar os estragos e coordenar as ações de resposta. O litoral concentra os casos mais graves, principalmente nas regiões sul e norte, onde os ventos fortes provocaram mortes, danos em estruturas e uma série de ocorrências.
O gabinete reúne equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, polícias, concessionárias de energia elétrica e outros órgãos envolvidos no atendimento às cidades atingidas. A força-tarefa segue acompanhando a situação dos municípios afetados e dando suporte às equipes que trabalham na recuperação das áreas atingidas pela ventania.
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Ventania com rajadas de 111 km/h atingiu litoral de São Paulo, deixou 3 mortos, derrubou árvores, causou destelhamentos e gabinete de crise
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Com um morto e diversos estragos provocados pelos ventos no litoral paulista, governo deslocou um gabinete de crise para acompanhar
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Mortes provocadas pela ventania
Em Santos, no litoral sul, um homem em situação de rua morreu após ser atingido pela queda de uma árvore na Avenida Almirante Cochrane, no bairro Estuário. O Corpo de Bombeiros foi chamado para atender a ocorrência, mas a vítima não resistiu e morreu no local.
No litoral norte, em São Sebastião, um pescador morreu após o naufrágio de uma embarcação no canal entre o município e Ilhabela. Cinco pessoas estavam a bordo. Duas foram resgatadas sem ferimentos, outras duas receberam atendimento médico em estado de choque, e a quinta vítima foi encontrada sem vida durante as buscas feitas pelas equipes da Defesa Civil e do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar).
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do Metrópoles SP
No interior do estado, em Cesário Lange, outra pessoa morreu durante a ventania. A vítima estava em um veículo quando uma árvore caiu sobre o carro. Equipes municipais trabalharam na remoção da estrutura e na liberação da via.
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Ventania que atingiu o litoral de São Paulo
- Fortes rajadas de vento atingiram o estado de São Paulo nesta quarta-feira (29/7) e provocaram estragos em diferentes regiões, principalmente no litoral.
- O litoral paulista concentrou as ocorrências mais graves, com registros de mortes em Santos e São Sebastião.
- Em São Sebastião, uma embarcação de pesca naufragou no canal entre o município e Ilhabela. Cinco pessoas estavam a bordo e um pescador morreu.
- Em Santos, um homem em situação de rua morreu após ser atingido pela queda de uma árvore na Avenida Almirante Cochrane, no bairro Estuário.
- Em Cesário Lange, no interior, uma pessoa morreu após uma árvore cair sobre um veículo durante a ventania.
- As rajadas de vento chegaram a 111 km/h em Itanhaém e 83,7 km/h em Santos, segundo a Defesa Civil.
- A Defesa Civil enviou alertas severos pelo sistema Cellbroadcast para moradores do litoral e da região metropolitana de São Paulo.
- A previsão é de que a instabilidade continue, com possibilidade de novas rajadas de vento, chuvas fortes, raios e agitação marítima no litoral
O Governo de São Paulo manteve o Gabinete de Crise mobilizado para acompanhar as ocorrências e coordenar as ações de resposta.
Rajadas ultrapassaram 100 km/h
A força dos ventos foi sentida em diferentes regiões de São Paulo durante a passagem da frente fria. Em Santos, as rajadas chegaram a 83,7 km/h, enquanto em Itanhaém atingiram 111 km/h. Outras cidades do interior também registraram ventos acima dos 100 km/h.
Diante do cenário, a Defesa Civil enviou alertas severos pelo sistema Cellbroadcast, via celular, para moradores do litoral paulista e da região metropolitana de São Paulo. As mensagens orientaram a população sobre os riscos durante a ventania e recomendaram evitar áreas próximas a árvores, estruturas comprometidas e locais com possibilidade de queda de objetos.
A instabilidade deve continuar nas próximas horas com a atuação da frente fria sobre o estado. O litoral permanece em atenção devido à possibilidade de novas rajadas de vento, chuvas intensas, descargas elétricas e agitação marítima.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Julia Gandra.

