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DF Legal volta a combater invasão em área do Parque Nacional de Brasília

DF Legal volta a combater invasão em área do Parque Nacional de Brasília
Material cedido ao Metrópoles

Uma nova operação contra o loteamento irregular no Parque Nacional de Brasília foi realizada manhã desta quinta-feira (27/8). As invasões ocorrem próximas à Cabeceira do Valo e à Santa Luzia, na altura da Cidade Estrutural (DF). No mês passado, o Governo do Distrito Federal havia realizado outras ações para combater as invasões.

Veja vídeo do início da ação:

De acordo com a Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), há uma tentativa de reocupação da área depois da operação do mês passado. O local alvo dos invasores está inserido na Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central e trata-se de uma área de grande importância ambiental, segundo o órgão.

Participam da ação desta quinta-feira a Polícia Militar do DF, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a DF Legal, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), entre outros órgãos.

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do Metrópoles DF

Ações anteriores

A região passou por monitoramento durante o mês de agosto, e segundo a DF Legal, invasores começaram a retornar e a erguer novas estruturas.

Diante disso, os órgãos citados se reuniram e, em 17 de agosto, fizeram operação que desconstituiu 105 edificações precárias em madeira e lona, todas sem sinal de habitabilidade“, destacou a pasta.

Em 20 de julho, outras 146 estruturas já haviam sido destruídas. Além disso, os agentes da DF Legal recolheram seis caminhões-caçamba com materiais inservíveis.

Na ocasião, o ICMBio informou que foram realizadas duas prisões em flagrante por crime ambiental praticado em área da União. Também foi aplicada uma multa de R$ 120 mil a um dos responsáveis pela ocupação e por promover o loteamento irregular.

Dez dias antes, a DF Legal, em conjunto com outras secretarias, havia realizado outra ação de desocupação. Na ocasião, 500 lotes ilegais foram descaracterizados.

Aproximadamente 35 estruturas de madeira e lona desabitadas e 10 quilômetros de cercamento também foram recolhidos.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Luis Fellype Rodrigues.

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