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Família de Rodrigo Castanheira acusa mulher de stalking: "Zomba e ataca"

Família de Rodrigo Castanheira acusa mulher de stalking: "Zomba e ataca"
Redes sociais

A família de Rodrigo Castanheira, adolescente de 16 anos que morreu dias após ser agredido pelo ex-piloto de corrida Pedro Turra, procurou a Justiça alegando injúria, calúnia, difamação e stalking virtual por parte de um perfil nas redes sociais.

De acordo com o advogado Albert Halex, que representa a família, a mulher que controla o perfil estaria promovendo “verdadeira campanha difamatória contra a memória da vítima (Rodrigo) e contra a honra de seus familiares”.

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“Enquanto a família ainda tenta se levantar do luto pela perda de um filho, um irmão, um sobrinho, a representada, pessoa até então completamente desconhecida da família Castanheira, transformou a memória de Rodrigo e a dignidade de sua família em objeto de zombaria e ataques em rede social”, observou.

O defensor pontuou que o perfil estaria divulgando informações sigilosas do processo criminal, imputando à família da vítima suposta responsabilidade pela morte do adolescente e tentando construir na opinião pública a imagem de um Rodrigo culpado por sua própria morte.

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Entenda a situação atual do processo

Segundo o advogado, a irmã de Rodrigo “teve que desinstalar o aplicativo de seu telefone para preservar o mínimo de saúde mental, perdeu compromissos profissionais, passou por crise de ansiedade e necessita de acompanhamento psicológico”, por causa dos supostos ataques.

O problema é que, de acordo com Albert Halex, a dona do perfil “não guarda absolutamente nenhuma relação prévia com Rodrigo Castanheira, com Pedro Turra, com a família da vítima ou com quaisquer outros envolvidos nos fatos apurados”.

“É uma pessoa absolutamente estranha aos fatos, às partes e ao próprio processo, não tendo presenciado os acontecimentos, participado da investigação ou sequer acesso legítimo ao conjunto probatório produzido nos autos”, pontuou o advogado.

A família formalizou uma queixa-crime no Tribunal de Justiça (TJDFT) e entrou com uma representação criminal no Ministério Público (MPDFT), solicitando a apuração e a possível responsabilização do titular do perfil.

Relembre o caso


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Arthur de Souza.

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