A quatro dias do primeiro duelo do ano entre o atual mandatário e Fernando Haddad (PT), a coluna Igor Gadelha mostrou que em fevereiro deste ano, Matheus e Letícia de Freitas, filhos de Tarcísio, abriram uma empresa com sede em Barueri, na Grande São Paulo, mas usaram o Palácio dos Bandeirantes como endereço deles.
Em junho, a empresa dos Freitas se associou à RB Par Ltda, com sede na Bahia. A sociedade resultou na criação da BR Invest Participações Ltda. Os sócios dos filhos de Tarcísio são familiares dos donos da Lex Tax, uma consultoria tributária que presta serviço a grandes empresas de São Paulo.
Por isso, os petistas levantam suspeitas de que empresas, com benefícios fiscais no estado de São Paulo, são clientes da empresa dos filhos de Tarcísio.
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do Metrópoles
Haddad não usou o caso
A poucas horas do debate, Haddad disse a um dirigente petista que não iria usar o caso das empresas dos filhos de Tarcísio no duelo, como revelou a coluna de Vinicius Passarelli.
Dito e feito. Na hora do debate, nem os filhos de Tarcísio, nem os filhos de Lula – embora o governo do petista tenha sido atacado pelo atual mandatário –, viraram assunto.
Depois, do programa petistas reclamaram à coluna que Flávio foi pouco desgastado por Haddad, que preferiu atacar Tarcísio pelas relações com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL).
Apelido
Pouco antes do debate, a um dirigente do PT que tentava convencer Haddad a levar a história das empresas dos filhos de Tarcísio para a televisão, o candidato negou, mas fez uma ressalva: “Se fosse Lulinha e não Tarcizinho, o mundo estava desabando na cabeça do presidente”.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Ramiro Brites.

