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GLP-1: por que todo mundo está falando dessas substâncias?

GLP-1: por que todo mundo está falando dessas substâncias?

GLP-1: por que todo mundo está falando dessas substâncias?

GLP-1 não é sinônimo de remédio para emagrecer. Existem diferentes medicamentos que atuam nesse mecanismo, com indicações, doses e características próprias

Semavy, da Mantecorp, é exemplo de GLP-1 (Reprodução)

Você provavelmente já ouviu falar em GLP-1. O termo apareceu tantas vezes nos últimos anos que virou assunto de conversa, notícia e redes sociais. Mas o que ele significa, afinal?

Vamos simplificar: GLP-1 é um hormônio produzido naturalmente pelo nosso organismo. Ele ajuda o corpo a controlar a quantidade de açúcar no sangue e também participa da sensação de saciedade depois das refeições.

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A partir desse mecanismo, foram desenvolvidos medicamentos que imitam algumas das ações do GLP-1. Eles são usados em tratamentos médicos específicos, principalmente para diabetes tipo 2. Dependendo do medicamento e de sua indicação aprovada, essa classe também pode ter aplicações relacionadas ao controle do peso.

É aí que entram as famosas “canetas”. Alguns desses medicamentos são aplicados por meio de dispositivos em formato de caneta, o que ajudou a transformar o assunto em um dos grandes temas de saúde dos últimos anos.

Mas tem uma coisa importante: GLP-1 não é sinônimo de remédio para emagrecer. Existem diferentes medicamentos que atuam nesse mecanismo, com indicações, doses e características próprias.

Outra novidade é que o mercado brasileiro passou a contar com medicamentos de semaglutida produzida por síntese química. Em 2026, a Anvisa aprovou novas opções dessa tecnologia, entre elas o Semavy, da Mantecorp.

E o que significa “sintética”? É mais simples do que parece: significa que a substância é produzida por síntese química, em laboratório. A Anvisa chama esses produtos de análogos sintéticos de peptídeos biológicos.

Para a Mantecorp, explicar essa evolução também faz parte de uma conversa maior sobre inovação e acesso a novas tecnologias em saúde.

Só não vale transformar informação em automedicação. Esses medicamentos são sujeitos a prescrição e devem ser utilizados de acordo com orientação médica.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: Leo Dias por Luiz Henrique Oliveira.

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