Natan Roberto de Oliveira Silva, de 26 anos, (foto em destaque) foi preso nessa quarta-feira (9/9) por suspeita de matar, esquartejar e desovar parte do corpo da namorada Samara Ellem da Silva, de 23, na Represa Guarapiranga, zona sul de São Paulo. O homem confessou o crime e levou a polícia o local do crime. Veja:
Segundo a Polícia Civil, uma parte do corpo da vítima ainda não foi localizada. Buscas serão realizadas por policiais civis, em conjunto com o Corpo de Bombeiros, no entorno da represa.
Silva está preso temporariamente. Ele foi capturado na Rua da Paz, no Jardim São Luís. Na casa dele, a polícia apreendeu três celulares e uma televisão.
A investigação é do 92° Distrito Policial (DP), no Parque Santo Antônio. O homem preso tem passagens na Justiça por violência doméstica e estupro.
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Como foi
A investigação começou após o encontro de um braço humano, no último dia 3 de agosto, na Represa Guarapiranga. Moradores flagraram a parte humana boiando na água e acionaram a Polícia Militar.
Inicialmente, a polícia registrou o caso como morte suspeita, apesar de a investigação já ser de homicídio qualificado.
Exames confirmaram a identidade da vítima. A família da mulher reconheceu o braço a partir de uma tatuagem com o nome da filha dela.
Segundo as investigações, a vítima e o suspeito mantiveram relacionamento por cerca de um mês. Ele publicava fotos ao lado dela nas redes sociais.
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Natural de Alagoas, Samara Ellem da Silva migrou para São Paulo há seis anos buscando melhores condições de vida.
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Natan Roberto de Oliveira Silva e Samara Ellem da Silva mantiveram relacionamento por cerca de um mês.
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Natan Roberto voltou ao local onde desovou corpo da namorada, na zona sul de São Paulo.
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Natan Roberto de Oliveira Silva publicava fotos nas redes sociais com Samara Ellem da Silva para tentar despistar atenção da família.
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Polícia Civil e Corpo de Bombeiros vão realizar buscas para localizar todas as partes do corpo de mulher assassinada e esquartejada.
Polícia Civil/Divulgação.
Familiares desconfiaram quando Samara, que tinha o hábito de telefonar e mandar áudios para a mãe, parou de se comunicar. O homem, no entanto, passou a mandar mensagens e ligar para a ex-sogra.
Natural de Alagoas, a vítima migrou para capital paulista há seis anos. A vinda, conforme levantado pelos policiais, foi motivada pela busca de melhores oportunidades.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Marcus Pontes.

