“Estávamos preparados para atacar três locais diferentes na Ucrânia”, revelou o major-general Mohsen Rezaee, do Corpo dos Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC). “Mas, depois que eles se desculparam publicamente por atacar nossa embarcação, decidimos não intensificar o conflito”.
Irã e Ucrânia entraram em rota de colisão no fim de julho, após o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciar uma operação contra uma embarcação iraniana no Mar Cáspio. O navio foi atingido após acusações de que estaria transportando material militar para a Rússia.
A alegação do líder ucraniano foi rebatida por autoridades de Teerã, que negaram qualquer envolvimento do navio no envio de armas do Irã para o país liderado por Vladimir Putin. Além disso, o governo iraniano prometeu responder ao ataque contra a embarcação, que deixou um marinheiro morto e outros feridos.
A tensão diminuiu em 28 de julho, quando a Ucrânia recuou e disse não ter atacado o navio de forma intencional, apesar de Zelensky ter revelado que a operação foi conduzida com base em informações de inteligência.
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do Metrópoles

