Dois homens de nacionalidade mexicana foram presos em flagrante no Rio de Janeiro, suspeitos de comercializar aparelhos furtados durante o Rock in Rio. Mexicanos presos por vender celulares furtados no Rock in Rio foram localizados pela Polícia Civil em um hotel na região central da cidade, onde seis aparelhos foram recuperados.
A prisão ocorreu durante uma investigação conduzida por agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM). Segundo as informações divulgadas pela polícia, parte dos celulares já teria sido negociada anteriormente na região da Uruguaiana, no Centro do Rio.
Seis celulares foram recuperados
Os seis aparelhos encontrados com os suspeitos passarão por perícia. O procedimento deverá ajudar a confirmar a origem dos celulares e, posteriormente, os equipamentos poderão ser devolvidos aos respectivos proprietários.
As investigações apontam ainda que outros aparelhos furtados durante o festival já teriam entrado no circuito de receptação. Por isso, a Polícia Civil continua trabalhando para localizar celulares que possam ter sido vendidos e identificar outras pessoas envolvidas.
Outros dois homens foram levados à delegacia
Durante a operação, os investigadores também identificaram dois homens que estariam negociando a compra de celulares furtados. Eles foram encaminhados à delegacia para prestar esclarecimentos sobre as negociações.
Os dois mexicanos presos permanecem à disposição da Justiça, enquanto a polícia apura a possível participação de outros envolvidos no esquema.
Rock in Rio segue até 13 de setembro
O Rock in Rio 2026 começou em 4 de setembro e segue até 13 de setembro na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. O caso dos celulares furtados ocorre em meio à realização do festival, que reúne milhares de pessoas e grandes atrações nacionais e internacionais.
A Polícia Civil orienta que as investigações continuem para identificar a origem dos aparelhos recuperados e rastrear possíveis celulares que já tenham sido revendidos.

