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Morre Paulo Eduardo Gomes, cofundador do PT e do PSol no Rio de Janeiro

Morre Paulo Eduardo Gomes, cofundador do PT e do PSol no Rio de Janeiro
Reprodução/Redes Sociais

Paulo Eduardo Gomes, um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) no Rio de Janeiro e do Partido Socialismo e Liberdade (PSol), morreu na noite desse sábado (5/9), aos 75 anos. Ex-vereador de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, o político enfrentava um câncer.

A morte foi comunicada pelo perfil oficial de Paulo nas redes sociais.

Conhecido como PEG, Paulo Eduardo era engenheiro de Telecomunicações formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Depois de concluir a graduação, ingressou na Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel), onde também construiu uma trajetória ligada à organização dos trabalhadores.

Na empresa, participou da criação da Associação dos Empregados da Embratel e chegou a presidir a entidade por três mandatos. A atuação sindical se tornou uma das bases de sua trajetória política, marcada pela defesa de trabalhadores e de movimentos populares.

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Em homenagem publicada após a morte, o PSol destacou a dedicação de Paulo à classe trabalhadora e a Niterói, cidade onde concentrou grande parte de sua vida política.

“Paulo dedicou sua vida à luta da classe trabalhadora e à cidade de Niterói, que tanto amava”, afirmou o partido.

O velório de Paulo Eduardo Gomes ocorre neste domingo (6/9), na Câmara Municipal de Niterói. O sepultamento está previsto para segunda-feira (7/9), no Parque da Colina, em Pendotiba, em Niterói.

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Vereador Paulo Eduardo Gomes

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Atuação política em Niterói

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Defesa dos clubes de Niterói

A atuação de Paulo Eduardo também alcançou entidades sociais e esportivas de Niterói. Fernando Tinoco, presidente do Clube Central e ex-chefe de gabinete do político, destacou a participação de PEG na defesa dos clubes tradicionais da cidade.

Segundo Tinoco, os dois trabalharam juntos na elaboração de uma emenda que permitiu aos clubes aderirem ao programa Empresa Cidadã durante a pandemia de covid-19. A medida, de acordo com o dirigente, contribuiu para que as instituições atravessassem o período de crise.

Tinoco também lembrou a atuação de Paulo à frente da Frente Parlamentar de Defesa dos Clubes Sociais e Esportivos. Para ele, o ex-vereador foi responsável pela criação de medidas que ajudaram a preservar as sedes das agremiações diante da pressão imobiliária e da especulação.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Manuela de Moura.

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