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MPAC cobra medidas para evitar paralisação no Hospital Santa Juliana e na Casa Souza Araújo

MPAC cobra medidas para evitar paralisação no Hospital Santa Juliana.

MPAC cobra medidas para evitar paralisação no Hospital Santa Juliana.

Promotoria aponta risco de interrupção de serviços essenciais e dá prazo de 30 dias para regularização de repasses. O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) agiu para resguardar a assistência à saúde pública na capital. O MPAC cobra medidas para evitar paralisação no Hospital Santa Juliana e na Casa de Acolhida Souza Araújo, cobrando a regularização imediata de repasses estaduais que acumulam um passivo superior a R$ 20 milhões, segundo a Diocese de Rio Branco.

A recomendação foi emitida pela Promotoria Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania.

O documento foi formalmente entregue às secretarias de Saúde (Sesacre), Planejamento (Seplan), Fazenda (Sefaz), Casa Civil e à direção da unidade filantrópica. O MPAC alertou que a pendência do Convênio nº 001/2021 coloca em risco atendimentos de alta complexidade e a realização de cerca de 50% dos partos da capital. As pastas e a instituição têm prazo de 30 dias para apresentar um cronograma de pagamento e regularização da gestão contratual.

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