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“O que é certo deve ser feito para todos”, afirma presidente do Hospital de Amor

“O que é certo deve ser feito para todos”, afirma presidente do Hospital de Amor

“O que é certo deve ser feito para todos”, afirma presidente do Hospital de Amor

Henrique Prata coordena a instituição que é conhecida como a maior rede de tratamento oncológico gratuito na América Latina

Henrique Prata, presidente do Hospital de Câncer de Barretos (Crédito: Portal LeoDias)

Henrique Prata, presidente do Hospital de Câncer de Barretos (atual Hospital de Amor), conversou com Leo Dias nesta quinta-feira (23/7) e refletiu sobre o futuro do local que é referência no tratamento oncológico. Ele ainda avaliou a dificuldade de manter a estrutura sem ajuda governamental.

“O futuro do Hospital de Amor é provar que o que é certo deve ser feito para todos”, afirmou o representante da unidade. “O que falta no Governo é uma sociedade completa. Não existe justificativa para você ver esse monte de fila [na saúde] e essas situações que a pobreza sofre nas filas”, declarou.

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Henrique Prata, presidente do Hospital de Câncer de BarretosCrédito: Portal LeoDias Henrique Prata, presidente do Hospital de Câncer de BarretosCrédito: Portal LeoDias Henrique Prata, presidente do Hospital de Câncer de Barretos, e Gusttavo LimaCréditos: Portal LeoDias | Reprodução Instagram Henrique Prata, presidente do Hospital de Câncer de BarretosCrédito: Portal LeoDias

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Prata ainda ressaltou a qualidade no tratamento gratuito que o hospital oferece. A rede de solidariedade e saúde, vale destacar, atende milhares de pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Quando a gente puxa a régua, como nós fizemos com a medicina robótica, honesta e os números que o hospital pratica, você joga uma reponsabilidade maior em cima do Governo”, pontuou.

“Porque ele [Governo] tem que enxergar os números, validar e entrar. Ele entra, mas sempre entra atrasado. Mas a primeira que entra é a sociedade, que enxerga e nos ajuda com mais veemência”, completou.

O presidente do hospital também reforçou as dificuldades que a casa de saúde enfrenta devido aos orçamentos altos. “Você trabalhar com déficit operacional de 50 ou 60 milhões por mês, tem que ter uma fé muito maior que qualquer dinheiro”, contou.

“Às vezes, mesmo com dinheiro, você ainda fica angustiado com o tamanho dos custos. Você viu aqui faltar operacional pra prevenção e tratamento. Quando eu ponho só [a parte] do tratamento, faltam 50 milhões de reais apenas para a unidade de Barretos, porque tem uma tecnologia muito avançada. Mas a sociedade entende e enxerga o Hospital do Amor com diferencial e honestidade”, concluiu.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: Leo Dias por Katharine Alves.

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