A Polícia Penal de Mato Grosso do Sul e a Força Penal Nacional (FPN), coordenada pela Polícia Penal Federal (PPF), realizam a Operação Nêmesis no Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, conhecido como Máxima de Campo Grande. A ação reúne revistas gerais e procedimentos de segurança para fiscalizar a unidade, prevenir irregularidades e combater a atuação do crime organizado no sistema prisional.
A operação foi deflagrada após a identificação de uma manifestação coletiva de apoio ou alusão a uma organização criminosa dentro do presídio.
Os internos identificados serão submetidos a Procedimento Administrativo Disciplinar do Interno (PADIC), que irá apurar individualmente as condutas e definir as medidas cabíveis.
Também foram determinadas transferências de custodiados envolvidos nas ocorrências.
As ações de segurança realizadas no estado também têm como alvo as tentativas de utilização de drones para levar materiais ilícitos para dentro de presídios.
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da Coluna Mirelle Pinheiro
Desde 25 de agosto, equipes das forças de segurança atuam nas unidades de Campo Grande e Dourados, com monitoramento e interceptação de aeronaves remotamente pilotadas.
Nesse período, foram apreendidos dois drones, 14 celulares, cinco carregadores, um rolo de linha reforçada, cerca de 1,7 kg de substância semelhante à maconha e 250 g de substância semelhante à cocaína.
Segundo o diretor-presidente da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul (Agepen), Rodrigo Rossi Maiorchini, o trabalho de combate ao crime organizado é contínuo.
“A Operação Nêmesis faz parte do trabalho permanente da Polícia Penal de Mato Grosso do Sul no enfrentamento ao crime organizado e no combate à entrada de ilícitos nas unidades prisionais.”
Até julho de 2026, foram realizadas 56 revistas em unidades prisionais de todo o estado, com acompanhamento da Gerência de Inteligência.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Giovanna Sfalsin.

