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Operação contra furto de gado apreende R$ 38 mil, caminhão boiadeiro e celulares no Acre

Polícia apreendeu dinheiro e caminhão/Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Acre deflagrou, na manhã desta quinta-feira (23), a primeira fase da Operação Porteira Fechada, que investiga uma organização criminosa suspeita de atuar no furto de gado, além de envolvimento com crimes de extorsão e agiotagem.

Durante a ação, os policiais apreenderam R$ 38 mil em dinheiro, aparelhos celulares e um caminhão boiadeiro utilizado, segundo as investigações, no transporte de semoventes.

Mandados foram cumpridos em três municípios

Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos municípios de Porto Acre, Senador Guiomard e Rio Branco.

A operação foi coordenada pela Delegacia de Polícia Civil de Senador Guiomard e mobilizou 52 policiais civis.

Segundo a corporação, as equipes iniciaram os preparativos por volta das 3h30, com uma reunião de planejamento, e deram início ao cumprimento dos mandados às 5h30, conforme prevê a legislação.

A principal área de atuação foi a Vila Caquetá, na zona rural de Porto Acre, além de imóveis localizados em Senador Guiomard e na capital acreana.

Investigação começou após furtos registrados em março

De acordo com o delegado Rômulo Barros, responsável pelo caso, as investigações tiveram início após o registro de furtos de bovinos ocorridos em março deste ano, em Senador Guiomard.

A partir das diligências, os investigadores conseguiram identificar veículos supostamente utilizados na ação criminosa e pessoas ligadas ao esquema, o que possibilitou a solicitação das medidas cautelares ao Poder Judiciário.

“As investigações começaram após o furto de semoventes registrado em março. Conseguimos identificar veículos e pessoas ligadas ao crime, representamos pelas medidas cautelares e hoje deflagramos a primeira fase da operação, que ainda terá novos desdobramentos”, afirmou o delegado.

Material apreendido será periciado

Segundo a Polícia Civil, todo o material recolhido durante a operação passará por perícia, principalmente os aparelhos celulares, que poderão auxiliar na identificação de outros integrantes do grupo criminoso.

“O objetivo é aprofundar as investigações com base no material apreendido, identificar todos os envolvidos e desarticular essa organização criminosa que atua no furto de gado na região”, destacou Rômulo Barros.

Nenhum suspeito foi preso

Apesar das apreensões realizadas, ninguém foi preso nesta primeira fase da Operação Porteira Fechada.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam e que novas etapas da operação já estão sendo planejadas para aprofundar a apuração e responsabilizar os envolvidos.

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