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Patrimônio de Pablo Marçal dispara 4.276% e chega a R$ 7,4 bilhões

Patrimônio de Pablo Marçal dispara 4.276% e chega a R$ 7,4 bilhões
KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O patrimônio declarado neste ano é 43,8 vezes maior que os R$ 169,5 milhões informados por Marçal em 2024, quando foi candidato a prefeito de São Paulo. A diferença é de R$ 7,249 bilhões, o que representa aumento de 4.276,5%.

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A maior parcela dos bens declarados em 2026 está concentrada em uma aplicação de renda fixa no Banco Itaú, informada por R$ 6,791 bilhões. O valor corresponde a 91,6% de todo o patrimônio declarado pelo candidato.

Marçal também informou um terreno urbano em Santana de Parnaíba (SP), avaliado em R$ 490 milhões, e R$ 80 milhões referentes a 80% da Aviation Participações Ltda.

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Entre os demais bens estão a participação de 50% na Marçal Holding Ltda., declarada por R$ 19,87 milhões; uma participação societária de 75%, avaliada em R$ 9,23 milhões; e 90% da Marçal Participações Ltda., registrada por R$ 2,55 milhões.

A declaração inclui ainda R$ 6,64 milhões em fundo de investimento do Banco Safra, R$ 6,42 milhões em fundo de infraestrutura do Itaú, R$ 4,9 milhões em Letra Imobiliária Garantida do Itaú e R$ 4,65 milhões em fundo de investimento imobiliário. Também aparecem outras aplicações financeiras, fundos, contas bancárias e uma fração de terreno recebida em dação em pagamento em Pirenópolis (GO), avaliada em R$ 964,7 mil.

Na declaração apresentada para a eleição municipal de 2024, Marçal informou R$ 80 milhões referentes à Aviation Participações, R$ 49,2 milhões em aplicações no Banco Itaú, R$ 19,2 milhões em Letra Imobiliária Garantida do Itaú e R$ 13,4 milhões em aplicações no Banco Safra. O terreno urbano localizado na Fazenda Tamboré Residencial Dois foi declarado por R$ 4,9 milhões.

Marçal está inelegível até 2032

Apesar do registro da candidatura, Marçal está inelegível até 2032 por decisões da Justiça Eleitoral relacionadas à campanha de 2024.

Em julho de 2025, ele foi condenado pela terceira vez em processo que apurou condutas adotadas durante a disputa pela Prefeitura de São Paulo. A decisão determinou mais oito anos de inelegibilidade, contados a partir da eleição municipal.

A liminar obtida neste sábado autoriza provisoriamente a filiação ao PRTB, mas não representa uma decisão definitiva sobre a validade do vínculo partidário. A Justiça ainda analisará a documentação e os argumentos apresentados pelas partes.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Felipe Salgado.

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