A pesquisa Indexa/Broadcast sobre a eleição presidencial de 2026 mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança dos cenários de primeiro turno. Ele aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra entre 33% e 34%, conforme a composição apresentada aos entrevistados.
O levantamento foi realizado pelo instituto Indexa e contratado pelo Broadcast, serviço ligado ao Grupo Estado. Foram entrevistadas 2 mil pessoas por telefone entre os dias 20 e 23 de agosto. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06366/2026.
No primeiro cenário, sem Pablo Marçal, Lula aparece com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 34%. Ronaldo Caiado (PSD) tem 5%, enquanto Renan Santos (Missão) aparece com 4%. Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) registram 1% cada.
Nesse cenário, 6% dos entrevistados disseram estar indecisos ou não saber em quem votar. Outros 6% declararam voto branco ou nulo, enquanto 4% afirmaram que não pretendem votar.
No segundo cenário, que inclui Pablo Marçal (PRTB), Lula mantém os 39% e Flávio Bolsonaro aparece com 33%. Marçal registra 2%, enquanto Caiado tem 5%, Renan Santos, 4%, e Zema, 1%.
A inclusão de Marçal aumenta para 10% o percentual de entrevistados que se declararam indecisos ou disseram não saber em quem votar. O candidato está inelegível, mas seu nome foi incluído na simulação da pesquisa.
Nas simulações de segundo turno, Lula também aparece à frente dos adversários testados. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente registra 46%, enquanto o senador aparece com 41%. O levantamento aponta ainda 5% de votos brancos ou nulos, 6% que não pretendem votar e 2% de indecisos.
Em uma disputa contra Romeu Zema, Lula marca 45%, contra 34% do governador. Contra Ronaldo Caiado, o petista aparece com 44%, enquanto o governador de Goiás registra 38%. Já diante de Renan Santos, Lula tem 46%, contra 34% do candidato do Missão.
Os resultados representam um retrato do momento eleitoral e não uma previsão do resultado das urnas. A campanha para a Presidência entra em uma fase de maior exposição pública, com a propaganda eleitoral no rádio e na televisão prevista para começar nesta sexta-feira (28).

