O Conselho Nacional do Ministério Público decidiu demitir o promotor de Justiça João Paulo de Oliveira Furlan, acusado de participar de um esquema de compra de votos para beneficiar a campanha de seu irmão, Antônio Furlan (MDB), à Prefeitura de Macapá (AP) nas eleições de 2020.
Conforme apurou a coluna, a decisão foi tomada por unanimidade, com placar de 11 votos a 0, durante o julgamento realizado nesta quinta-feira (6/8).
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Prefeito ameaça demitir servidores que não votarem em Flávio Bolsonaro
Montagem/Reprodução
O Processo Administrativo Disciplinar concluiu que João Paulo de Oliveira Furlan, integrante do Ministério Público do Amapá, praticou condutas incompatíveis com o cargo.
Irmão do ex-prefeito de Macapá e pré-candidato ao governo do Amapá, João Paulo era investigado por suposta participação em um esquema de compra de votos.
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do Metrópoles
Dr. Furlan também é alvo de investigações.
Em março, ele foi afastado do comando da Prefeitura de Macapá por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da segunda fase da Operação Paroxismo, da Polícia Federal (PF), que apura suspeitas de desvio de emendas parlamentares federais destinadas à capital do Amapá.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Milena Teixeira.

