Para a coluna, Renan comparou a situação de Lula, agora com o filho investigado pela Polícia Federal por suspeitas de tráfico de influência e corrupção, à de Flávio Bolsonaro (PL), investigado por sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro.
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O presidenciável do Missão, Renan Santos
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Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha
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O presidente Lula
Ricardo Stuckert
“Isso tem grandes implicações. A campanha do Lula está jogada, está dragada no meio do segundo maior escândalo de corrupção da nossa história, lembrando que eles também estão envolvidos no maior. Flávio vai ter que falar sobre o Master, Lula vai ter que falar sobre o Lulinha, e todos eles vão ter que falar sobre corrupção”, afirmou.
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O presidenciável do Missão também provocou Lula e Flávio, que sinalizam a possibilidade de faltar aos debates do primeiro turno das eleições, afirmando que o motivo para as ausências seriam casos como o Banco Master e a Farra do INSS.
“Não à toa, Lula e Flávio tentam fugir dos debates, porque vai ser muito fácil apontar que ambos fazem parte dos mesmos esquemas, são corruptos e não servem ao Brasil”, disse o candidato do Missão.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Gustavo Zucchi.

