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Renda média do trabalhador no Acre cresce 6% em 14 anos, aponta IBGE

Renda média do trabalhador no Acre cresce 6% em 14 anos, aponta IBGE.

Foto: Ilustrativa.

A renda média do trabalhador no Acre chegou a R$ 3.149 no primeiro trimestre de 2026, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O valor representa crescimento de aproximadamente 6% em relação ao início da série histórica, em 2012.

No primeiro trimestre daquele ano, o rendimento médio do trabalho no estado era de R$ 2.970. Desde então, o indicador passou por oscilações, mas terminou o período analisado em um patamar superior ao registrado no começo do levantamento.

Os valores utilizados na comparação são corrigidos pela inflação. Dessa forma, é possível avaliar a evolução da renda ao longo dos anos sem que a variação dos preços distorça os resultados.

Os números também mostram uma grande diferença entre os rendimentos médios dos trabalhadores brasileiros.

No segundo trimestre de 2026, o Distrito Federal apresentou a maior renda média do país, com R$ 6.171 por mês. O Maranhão registrou o menor valor, de R$ 2.284.

São Paulo teve rendimento médio de R$ 4.447 e ficou entre os maiores resultados do país. O valor também representou o quarto maior registrado no estado desde o início da série.

No Amazonas, a renda média foi de R$ 2.771 no segundo trimestre de 2026. O estado foi o único a apresentar um valor abaixo do registrado no início da série, quando o rendimento médio era de R$ 2.914.

O indicador considera os rendimentos recebidos pelos trabalhadores e o número de pessoas ocupadas. Por isso, alterações no perfil dos empregos podem influenciar diretamente o resultado.

Aumento na quantidade de vagas com salários mais altos, por exemplo, tende a elevar a renda média. Já a criação de um grande número de postos com remunerações menores pode pressionar o indicador para baixo.

Os dados da Pnad Contínua apontam recuperação da renda do trabalho nos últimos anos, mas também evidenciam a diferença entre os rendimentos médios dos estados brasileiros.

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