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Rio Grande do Sul é atingido por tornado pela 2ª semana consecutiva

Rio Grande do Sul é atingido por tornado pela 2ª semana consecutiva
Reprodução/ Redes sociais

O Rio Grande do Sul foi atingido, nesta quinta-feira (6/8), pelo segundo tornado registrado no estado em menos de duas semanas. O fenômeno foi observado na zona rural de Pedro Osório, cidade que fica a 308 quilômetros de Porto Alegre.

Confira:

A ocorrência foi confirmada peloa Climatempo com base em levantamentos realizados pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul. Até o momento, não há informações sobre pessoas feridas ou prejuízos provocados pela passagem do tornado.

A formação do fenômeno ocorre em um dia marcado por alertas de tempo severo emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e pela iminência da chegada de um ciclone-bomba. Os avisos indicam possibilidade de tempestades intensas, queda de granizo, ventos que podem superar os 100 km/h e até novos tornados em pontos isolados do estado.

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do Metrópoles

O que é o ciclone-bomba?

2 imagens1 de 2Divulgação/ MetSul2 de 2INMET

Segundo os meteorologistas, o tornado que atingiu o Rio Grande do Sul se desenvolveu a partir de uma supercélula, estrutura considerada uma das tempestades mais intensas da atmosfera. Esse tipo de sistema tem uma corrente de ar giratória em seu interior e costuma favorecer a ocorrência de granizo de grande dimensão, rajadas muito fortes e, em situações específicas, tornados.

A repetição do fenômeno chama a atenção porque, há apenas uma semana, outro tornado foi confirmado nos municípios de Giruá, Sete de Setembro e Senador Salgado Filho, no noroeste gaúcho. Na ocasião, quatro pessoas ficaram feridas e diversos imóveis sofreram danos provocados pelos ventos.

Como um tornado se forma

De acordo com a Climatempo, o tornado surge quando a rotação presente dentro de uma supercélula se estende até a superfície. O funil visível sob a nuvem passa a tocar o solo e forma uma coluna de ar giratória com alto poder de destruição.

Nem toda supercélula produz um tornado. Em muitos casos, o funil permanece suspenso e não alcança a superfície. Quando há contato com o solo, porém, o fenômeno pode percorrer vários quilômetros, deixando um rastro estreito de destruição causado pela força dos ventos e pelo movimento de rotação.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Gabriela Martins.

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