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TSE abre urna eletrônica para estudantes de escola pública do DF

TSE abre urna eletrônica para estudantes de escola pública do DF
HUGO BARRETO/METRÓPOLES
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Uma urna eletrônica foi aberta diante dos estudantes do Centro de Ensino Médio Elefante Branco, na Asa Sul, nesta segunda-feira (3/8). A ação, promovida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), faz parte da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação e contou com uma simulação de votação, além da presença da Pilili, mascote oficial das Eleições 2026.

Veja:

A cerimônia de abertura reuniu o ministro substituto do TSE, Nauê Bernardo Pinheiro de Azevedo, e o secretário de Tecnologia da Informação da Corte, Júlio Valente. O coordenador de Tecnologia Eleitoral, Rafael Azevedo, conduziu a demonstração do equipamento e detalhou cada etapa do processo, desde a fase de auditoria até a garantia do voto secreto.

Segundo o TSE, de forma inédita, a abertura de uma urna eletrônica também será transmitida ao vivo, às 17h30, pelos canais dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) no YouTube.

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Durante a solenidade, o ministro Nauê Bernardo comparou a democracia a um veículo, ressaltando que o voto é a oportunidade de o cidadão assumir a direção da democracia do país. Segundo o magistrado, a iniciativa busca afastar mitos e esclarecer o funcionamento do sistema.

“Muita gente vem tendo dúvidas a respeito disso [o funcionamento da urna], e é por isso que o Rafael [Azevedo, coordenador de tecnologia eleitoral] vai mostrar para vocês. A gente tende a ter medo daquilo que não conhece, mas vocês vão ver aqui, hoje, que não precisa ter medo da nossa urnazinha, da nossa Pilili, que foi criada por brasileiros”, disse Nauê.

O ministro também incentivou os jovens a aproveitarem o momento para sanar questionamentos. “Tenham em mente a potência e a realidade que vocês representam. Aproveitem para tirar todas as dúvidas a respeito da urna, porque, em outubro, vocês terão a possibilidade de colocar as mãos no volante da democracia.”

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Uma urna eletrônica foi aberta diante dos estudantes do Centro de Ensino Médio Elefante Branco, na Asa Sul, nesta segunda-feira (3/8)

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A ação, promovida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), faz parte da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação

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TSE Faz ação no colégio Elefante Branco, na Asa Sul

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TSE Faz ação no colégio Elefante Branco, na Asa Sul

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Urna Eletrônica

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Ministro substituto Nauê Bernardo, do TSE

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TSE Faz ação no colégio Elefante Branco, na Asa Sul

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O coordenador Rafael Azevedo explicou que o evento busca aproximar a sociedade da tecnologia eleitoral de forma simples e didática. Segundo ele, embora o manuseio da urna seja intuitivo para o eleitor, o sistema por trás do equipamento possui alta complexidade de segurança.

“A urna possui diversas camadas de proteção e gera informações que permitem rastrear todas as ações do sistema — com exceção, naturalmente, do sigilo do voto”, explicou Azevedo. “A filosofia do equipamento é promover uma votação idônea, sempre pautada pela auditoria e pela transparência.”

Azevedo detalhou ainda a lógica de segurança da urna em comparação com cofres tradicionais e castelos de cartas. De acordo com o especialista, enquanto a proteção física de um cofre pode ser eventualmente violada com esforço contínuo, a urna eletrônica opera sob a lógica de autoproteção: se o sistema identificar qualquer inconsistência ou falta de assinatura digital, o equipamento para de funcionar imediatamente.

“A gente mudou a filosofia. Nossa filosofia, tanto do hardware quanto do software, é de um ‘castelo de cartas’. Se você triscou, ela desaba. Ou seja, qualquer coisa diferente da urna eletrônica, ela vai parar de funcionar”, destacou o coordenador.

A atividade foi bem recebida pelos estudantes e pela direção da escola. Para a aluna Sara Soares Alves, de 18 anos, a iniciativa reforça o caráter participativo do sistema político brasileiro.

“Ela [democracia] visa a participação de todos, independente de raça, etnia, qualquer coisa. A nossa democracia é algo participativo, é algo que o nosso povo tem lugar”, reflete.

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A ação contou com uma simulação de votação, além da presença da Pilili, mascote oficial das Eleições 2026

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Para a aluna Sara Soares Alves, de 18 anos, a iniciativa reforça o caráter participativo do sistema político brasileiro

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A atividade foi bem recebida pelos estudantes e pela direção da escola

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Sara lembrou ainda que o interesse pela política vem de casa. “Desde criança minha mãe me ensinou a importância do voto. Ela sempre me levava às seções eleitorais. Então, para mim, a expectativa para votar era muito grande. Ter uma ação como essa na escola, mostrando a confiabilidade da urna e a dinâmica de como tudo funciona, foi algo muito interessante”, concluiu.

O diretor do CEM Elefante Branco, Ivan Ferreira de Barros, ressaltou a importância de ações desse tipo para a formação dos jovens. “A gente trabalha na formação holística do nosso estudante. A partir do momento em que você conhece o sistema, você acaba forjando de maneira mais crítica os nossos estudantes”, disse Ivan.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Ana Clara de Lima.

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