As faixas superiores dos viadutos 10 e 11 do Eixão Norte foram liberadas, na noite dessa quinta-feira (30/7), para o trânsito de veículos. Com a liberação, as obras — que eram esperadas para serem entregues desde agosto de 2025 — foram concluídas.
Segundo a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a obra “recuperou as duas estruturas e devolveu à população um dos pontos de maior fluxo de veículos e pedestres da capital”.
A liberação ocorre após a companhia realizar a avaliação de segurança da estrutura. Na ocasião, foi confirmado que os dois viadutos estão dentro de todos os parâmetros técnicos exigidos.
“As equipes concluíram o asfaltamento da última das quatro alças de retorno e seguiram com a limpeza da área que serviu de canteiro de obras, já em fase de recomposição do gramado no entorno”, concluiu em nota.
Além disso, o local também recebeu, ao longo dessa semana, os últimos detalhes na sinalização e organização das placas de sinalização, por parte do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), e os ajustes nos conjuntos semafóricos executados pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF).
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Sobre os viadutos
- Os viadutos conectam o Eixão Norte ao Buraco do Tatu, próximo à Rodoviária do Plano Piloto;
- A previsão era de que os viadutos 10 e 11 fossem concluídos em 14 de agosto de 2025, considerando os 420 dias estipulados a partir da ordem de serviço.;
- A reforma foi iniciada em junho de 2024, com orçamento inicial de R$ 13,5 milhões. Logo no início, em inspeção minuciosa, foram verificadas diversas anomalias constatadas dentro das estruturas.;
- A reforma, inicialmente orçada em R$ 13,5 milhões, passou por três aditivos e chega a cerca de R$ 25 milhões, com aumento próximo de 80% do valor, segundo a avaliação do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF);
- Em abril, o TCDF havia informado que as obras deveriam ser concluídas em julho – o que resultaria em uma entrega de 337 dias além do prazo original;
- Em maio, as faixas inferiores dos viadutos foram liberadas para trânsito.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Felipe Machado.

