Início / Versão completa
SENA MADUREIRA

Surge outra versão: Vereador de Manoel Urbano diz que foi o primeiro a beber da água envenenada quando conversava com prefeito em seu gabinete

Por YacoNews 07/02/2019 02:19
Publicidade

  06 Fev de 2019 do YacoNews

Publicidade

O vereador Luíz Castro (PSDB) entrou em contato com o YacoNews para relatar uma outra versão dos acontecimentos sobre um episódio da suposta tentativa de envenenamento do prefeito do município de Manoel Urbano Tanízio Sá.

  Adversário político ferrenho do prefeito, o vereador informou ao YacoNews que após vários meses sem falar com Sá, recebeu hoje uma mensagem do mesmo que solicitava a presença do parlamentar em seu gabinete para tratar de assuntos sobre a categoria dos “vigias” da qual o vereador faz parte, já que o parlamentar é também funcionário de carreira e está na lista dos demitidos pela prefeitura.

 “Recebi uma mensagem do prefeito por volta das 07:44 da manhã de Quarta. Cheguei lá as 08:30 e começamos a conversar. Ele me pedia pra conversar com os vigias para se afastarem de suas funções antes de receberem o aviso prévio de suas demissões. Lhe disse que a classe não aceitaria e recusei a proposta.” nos relatou Castro.

Publicidade

 Conforme relato no boletim de ocorrência, o vereador ainda informa que o prefeito estava comendo tapioca e lhe ofereceu, e o mesmo recusou. “Achei estranho aquele gesto gentil do prefeito já que em datas anteriores nossos tratamentos eram tensos e quase chegando a vias de fato. Cheguei até receber mensagem de desaforos do prefeito. A tapioca estava seca, sem nada.” Continua Luiz Castro.

 Ainda segundo o vereador, após uma hora e meia de conversa, o parlamentar se despediu do prefeito, mais antes de sair da sala pegou um copo, se dirigiu ao frigobar e abrindo encontrou duas jarras com água. Pegou uma delas, encheu seu copo, e ao beber, percebeu que a aguá estava salgada e com gosto muito forte de ácido. “Quando coloquei a água na  minha boca, senti um gosto de ácido muito forte. Imediatamente fui a janela e cuspi o liquido. Informei a prefeito que a água estava com gosto ruim. Sai de la e fui direto a câmara lava minha boca. Já estava coma língua toda cortada e ardendo.” Finalizou.

 O parlamentar foi até a delegacia e registrou um Boletim de Ocorrência que você pode ler na íntegra aqui e entender o caso:

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.