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Dia do Rei: homenagens aos 82 anos de Pelé tomam conta das redes

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O grande rei Pelé completa 82 anos neste domingo (23/10) e recebeu inúmeras homenagens de outros craques e de clubes do futebol brasileiro. Além deles, as redes sociais foram invadidas por felicitações ao novo ciclo do ex-jogador.

Pelé já havia se manifestado em seu perfil do Instagram sobre o dia e agradeceu o carinho dos brasileiros. Em vídeo, o Rei agradeceu a saúde e afirmou que “82 anos é um presente de Deus”.

Entre 1956 e 1977, o brasileiro fez história no Santos, na Seleção Brasileira e no New York Cosmos, clube americano que não existe mais. Foram 1.283 gols marcados pelo melhor jogador de futebol de todos os tempos, consagrando-o, assim, como o maior artilheiro da história do futebol mundial. Além disso, foram três Copas do Mundo, duas Libertadores, dois Mundiais e seis Campeonatos Brasileiros conquistados.

As homenagens
Diversos clubes tiraram um momento para homenagear o craque. O Santos, time por onde Pelé atuou por boa parte de sua carreira, agradeceu o Rei “por existir e por escrever a sua história junto ao Santos FC”.

O time também trouxe Neymar e Rodrygo para mandar seus recados de felicitações por meio das redes do Peixe.

 

 

Além deles, Flamengo, Corinthians e Botafogo foram alguns dos outros clubes que prestaram suas homenagens. Nas legendas, uma unanimidade: o reconhecimento da grandeza do nome de Pelé para a história do futebol mundial.

 

 

 

A grande carreira de Pelé influenciou jogadores da nova e da antiga geração. Dentre eles, Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho homenagearam a figura que os inspirou por tantos anos.

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Morre a jornalista Glória Maria, ícone da TV

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A jornalista Glória Maria, ícone da TV brasileira, morreu no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (2). “É com muita tristeza que anunciamos a morte de nossa colega, a jornalista Glória Maria”, informou a TV Globo, em nota.

Em 2019, Glória foi diagnosticada com um câncer de pulmão. O tratamento com imunoterapia teve sucesso. Depois, ela sofreu metástase no cérebro, que também pôde, inicialmente, ser tratada com êxito por meio de cirurgia, mas os novos tratamentos não avançaram.

“Em meados do ano passado, Glória Maria começou uma nova fase do tratamento para combater novas metástases cerebrais que, infelizmente, deixou de fazer efeito nos últimos dias, e Glória morreu esta manhã, no Hospital Copa Star, na Zona Sul do Rio”, afirma o comunicado.

Pioneira
Glória foi pioneira inúmeras vezes. Foi a primeira a entrar ao vivo no Jornal Nacional e inaugurou a era da alta definição da televisão brasileira. Mostrou mais de 100 países em suas reportagens e protagonizou momentos históricos.

“Eu sou uma pessoa movida pela curiosidade e pelo susto. Se eu parar pra pensar racionalmente, não faço nada. Tenho que perder a racionalidade pra ir, deixar a curiosidade e o medo me levarem, que aí eu faço qualquer coisa.”

Vida e carreira
Glória Maria Matta da Silva nasceu no Rio de Janeiro. Filha do alfaiate Cosme Braga da Silva e da dona de casa Edna Alves Matta, estudou em colégios públicos e sempre se destacou. “Aprendi inglês, francês, latim e vencia todos os concursos de redação da escola”, lembrou, ao Memória Globo.

Glória também chegou a conciliar os estudos na faculdade de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio) com o emprego de telefonista da Embratel.

Em 1970, foi levada por uma amiga para ser radioescuta da Globo do Rio. Em uma época sem internet, era ouvindo as frequências da polícia que se descobria o que acontecia na cidade. Fazer uma ronda de telefone, ligando para batalhões e delegacias, também era tarefa de um radioescuta.

Na Globo, tornou-se repórter numa época em que os jornalistas ainda não apareciam no vídeo. A estreia como repórter foi em 1971, na cobertura do desabamento do Elevado Paulo de Frontin, no Rio de Janeiro. “Quem me ensinou tudo, a segurar o microfone, a falar, foi o Orlando Moreira, o primeiro repórter cinematográfico com quem trabalhei”.

Glória Maria trabalhou no Jornal Hoje, no RJTV e no Bom Dia Rio — coube a ela a primeira reportagem do matinal local, há 40 anos, sobre a febre das corridas de rua.

No Jornal Nacional, foi a primeira repórter a aparecer ao vivo. Cobriu a posse de Jimmy Carter em Washington e, no Brasil, durante o período militar, entrevistou chefes de estado, como o ex-presidente João Baptista Figueiredo.

“Foi quando ele [João Figueiredo] fez aquele discurso ‘eu prendo e arrebento’ – para defender a abertura (1979). Na hora, o filme acabou e não tínhamos conseguido gravar. Aí eu pedi: ‘Presidente, é a TV Globo, o Jornal Nacional, será que o senhor poderia repetir? Problema seu, eu não vou repetir’, disse Figueiredo. Onde ela chegava, o ex-presidente dizia para a segurança: ‘Não deixa aquela neguinha chegar perto de mim’”, relembra.

Sucesso no Fantástico
A partir de 1986, a jornalista integrou a equipe do Fantástico, do qual foi apresentadora de 1998 a 2007. Ficou conhecida pelas matérias especiais e viagens a lugares exóticos, e por entrevistar celebridades como Michael Jackson, Harrison Ford, Nicole Kidman, Leonardo Di Caprio e Madonna.

Com a cantora, teve um encontro que ela define como especial. “Eu saí daqui, e diziam que a Madonna era difícil. Foi antipaticíssima com a Marília Gabriela e debochou do seu inglês”. Ao chegar, Glória Maria foi informada de que tinha quatro minutos para entrevistar Madonna.

A repórter conta que entrou em pânico. Mas, na hora, falou: “Olha, Madonna, eu tenho quatro minutos, vou errar no inglês, estou assustada, acho que já perdi os quatro minutos.” Para sua surpresa, a estrela virou-se para a equipe técnica e disse: “Dê a ela o tempo que ela precisar.”

Para o Fantástico, a jornalista viajou por mais de 100 países, passando pela Europa, África e parte do Oriente, quando mostrou um mundo novo ao telespectador.

Foi a repórter que entrou no ar ao vivo, na primeira matéria a cores do Jornal Nacional, em 1977, mostrando o movimento de saída de carros do Rio de Janeiro, em um fim de semana. Naquele dia, foram usados equipamentos portáteis de geração de imagens.

Na primeira cena, a lâmpada queimou e a repórter passou seu primeiro sufoco no ar.

“Eu estava dura, rígida, porque não podia errar. Era a primeira entrada ao vivo. Faltavam cinco, dez minutos, era o técnico que ficava com o fone para me dar o ‘vai’. Quando a lâmpada queimou, faltava um minuto para a entrada ao vivo. O jeito foi acender a luz da Veraneio (carro usado pela emissora nas reportagens).” O repórter cinematográfico e a repórter tiveram que ficar de joelhos, com o farol no rosto de Glória Maria, e a matéria entrou no ar.

A jornalista cobriu a guerra das Malvinas (1982), a invasão da embaixada brasileira do Peru por um grupo terrorista (1996), os Jogos Olímpicos de Atlanta (1996) e a Copa do Mundo na França (1998).

Primeira transmissão em HD
Em 2007, ao lado do repórter cinematográfico Lúcio Rodrigues, a jornalista realizou a primeira transmissão em HD da televisão brasileira. Foi uma reportagem no Fantástico sobre a festa do pequi, fruta de cor amarela adorada pelos índios Kamaiurás, no Alto Xingu.

Volta ao mundo no Globo Repórter
Após 10 anos no Fantástico, Glória Maria tirou dois anos de licença para se dedicar a projetos pessoais, como as viagens à Índia e à Nigéria, onde trabalhou como voluntária. Nesse período, adotou as meninas Maria e Laura e, ao retornar à Globo, em 2010, pediu para integrar a equipe do Globo Repórter, programa do qual faz parte até hoje.

Estreou com a matéria “Brunei Darussalam: A Morada da Paz”; um ano depois fez “Brunei, O País da Felicidade” – as duas matérias sobre o pequeno sultanato no Sudeste Asiático, na fronteira com a Malásia.

Em 2010, esteve no Grand Canyon, nos Estados Unidos, quando andou de balão e desceu de bote o Rio Colorado. No mesmo ano fez Duas Chinas, também para o Globo Repórter, e apresentou ainda o especial de Roberto Carlos na Praia de Copacabana.

Glória foi escolhida pelo Rei para a entrevista que concedeu em sua residência e na qual ele acabou cantando para ela. Em 2011, apresentou o show que o cantor fez em Jerusalém. Na ocasião, Roberto Carlos tirou a apresentadora para dançar.

Em 2012, a jornalista mostrou o Oásis da paz em Omã e fez um passeio com camelos pelo deserto. Logo depois, passou por Dubai.

A França foi um dos países visitados em 2013. Na ocasião, foram exibidas as belezas do Vale do Loire, Champagne e Provence. No mesmo ano, revelou a cultura e os costumes dos moradores do Vietnã, Laos e Camboja. Passou também por Myanmar, no sul da Ásia, onde fez reportagens sobre o misticismo na região.

As paisagens do Reino Unido, Suécia e Lapônia foram temas do Globo Repórter em 2014.

No ano seguinte, a jornalista mostrou as belezas de Marrocos, como a cidade azul, Marrakesh, os encantadores de serpente e a colheita do argan feita pelas cabras. Cruzou o deserto do Saara em um dromedário e mostrou a vida dos povos nômades.

Em 2016, visitou a Jamaica, onde teve a oportunidade de entrevistar o campeão mundial de atletismo Usain Bolt e participou dos rituais de uma comunidade rastafári.

Em 2017, Glória Maria foi à China e fez matérias em Hong Kong, onde cuidou de um panda gigante, e pulou do mais alto bungee-jump do mundo em Macau, com 233 metros de altura.

Em setembro de 2019, Sérgio Chapelin se aposentou, após 23 anos no Globo Repórter. A partir daquele mês, Glória Maria passou a dividir o programa com a jornalista Sandra Annenberg.

Por G1

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Flamengo terá o elenco mais caro da história do Brasil no Mundial

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Em busca do bicampeonato mundial, o Flamengo vai até Marrocos com o elenco mais caro da história do futebol brasileiro na competição.

Para montar o elenco atual, de acordo com o Transfermakt, o clube Rubro-Negro gastou 124 milhões de euros (R$ 690,7 milhões) em 17 jogadores. Vale destacar que o time do Flamengo conta com cinco dos sete jogadores mais caros da história do futebol brasileiro.

Gabriel Barbosa (A, Inter de Milão, 2020): 17,5 milhões de euros

Gerson (M, Olympique de Marselha, 2023): 15 milhões de euros

Giorgian de Arrascaeta (M, Cruzeiro, 2019): 15 milhões de euros

Éverton Cebolinha (MA, Benfica, 2022): 14 milhões de euros

Pedro (A, Fiorentina, 2021): 14 milhões de euros

Ayrton Lucas (LE, Spartak Moscou): 7 milhões de euros

Léo Pereira (Z, Athletico-PR, 2020): 7 milhões de euros

Rodrigo Caio (Z, São Paulo, 2019): 7 milhões de euros

Éverton Ribeiro (M, Al-Ahli, 2016): 6 milhões de euros

Bruno Henrique (A, Santos, 2019): 5,5 milhões de euros

Thiago Maia (V, Lille, 2022): 4 milhões de euros

Santos (G, Athletico-PR, 2022): 3 milhões de euros

Erick Pulgar (V, Fiorentina, 2022): 2,8 milhões de euros

Pablo (Z, Lokomotiv Moscou, 2022): 2,8 milhões de euros

Fabrício Bruno (Z, RB Bragantino, 2022): 2,5 milhões de euros

Marinho (A, Santos, 2022): 1,2 milhão de euros

Matheuzinho (LD, Londrina, 2019): 300 mil euros

Os três primeiros colocados no ranking das maiores transferências da história do futebol brasileiro (Gabigol no topo e Gerson e Giorgian de Arrascaeta, na sequência) fazem parte do elenco flamenguista. Everton Cebolinha em sexto e Pedro em sétimo fecham o top 7.

Mundial de Clubes
O Flamengo embarca para o Marrocos nesta quinta-feira (2/2). Antes de ir rumo ao Mundial, o clube comandado por Vítor Pereira enfrenta o Boavista nesta quarta (1/2) pela sexta rodada do Campeonato Carioca.

A competição começa nesta quarta, com a partida entre o egípcio Al-Ahly, vice-campeão africano, e o neozelandês Auckland City, que ganhou a Champions da Oceania. O vencedor encara o Settle Sounders nas quartas de final, onde o time que sair vitorioso cruza com o Real Madrid na semifinal.

No entanto, a estreia do Flamengo será apenas na terça-feira (7/2), às 16h, em Tanger, contra Al-Hilal ou Wydad Casablanca.

Caso chegue a final, o Rubro-Negro voltará a campo no sábado(11/2) para buscar o segundo título mundial de sua história.

Por Metrópoles

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Cadastro eletrônico de armas passa a ser obrigatório a partir desta quarta, 1

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Uma portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública determina o cadastro eletrônico de equipamentos no Sistema Nacional de Armas (Sinarm) a partir desta quarta-feira (1º/2).

O documento, publicado no Diário Oficial da União de hoje, regulamenta decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), assinado em 1º de janeiro deste ano.

Assim, a partir desta quarta, todas as armas de uso permitido e de uso restrito após a edição do Decreto nº 9.785, de 7 de maio de 2019, devem ser cadastradas no Sinarm.

A obrigatoriedade existe mesmo para quem já tem o equipamento registrado em outros sistemas – claro, a não ser no próprio Sinarm.

O cadastro precisa ter a identificação da arma e a identificação do proprietário, inclusive com endereço. Quem não está com arma registrada no Sinarm precisa fazê-lo em até 60 dias.

Por Metrópoles

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