Ligue-se a nós

DESTAQUE

MPAC e outros órgãos elaboram plano para atendimento aos povos indígenas em Manoel Urbano

Publicado

no

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cumulativa de Manoel Urbano e do Núcleo e Apoio e Atendimento Psicossocial (Natera), promoveu, entre os dias 5 e 7 de outubro, uma oficina para elaboração do plano de ação para proteção dos direitos da população indígena daquele município.

Estiveram presentes o promotor de Justiça Daisson Gomes Teles, o prefeito de Manoel Urbano, Raimundo Toscano, além de representantes do Natera, das secretarias municipais de Saúde, Educação, Cidadania e Assistência Social e ainda de órgãos como a Fundação Nacional do Índio (Funai), Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), organizações da sociedade civil, além das forças de segurança do município.

A oficina foi um desdobramento de uma reunião ocorrida em julho, motivada pela denúncia de que a população indígena estava sendo desassistida ao buscar atendimentos de saúde, assistência social e educação na rede pública municipal, com os casos sendo encaminhados para a Funai e DSEI. Naquela ocasião, foi esclarecido que os atendimentos deveriam ser realizados também pelo Município, sendo proposta a elaboração de um plano de ação e fluxo de atendimento.

Na oficina, os participantes apresentaram as principais dificuldades encontradas, assim como as propostas de soluções conforme os serviços existentes no município, resultando, ao final, na elaboração de um plano de ação com diversos itens visando garantir o atendimento à população indígena.

“Estamos construindo um trabalho conjunto, onde serão ofertados diversos serviços à população indígena que estiver transitando pelo Município de Manoel Urbano, que antes era colocada à margem da legislação e dos serviços públicos essenciais, principalmente no que se refere à saúde, educação e assistência social”, destacou o promotor de Justiça Daisson Gomes.

Ainda como parte da programação, o Natera, DSEI, CIMI, Funai e Sesacre realizaram uma visita às margens do Rio Purus, no município de Manoel Urbano, com o objetivo de dialogar com indígenas que estavam presentes no local, para ouvi-los, destacando a importância do Ministério Público enquanto órgão garantidor dos seus direitos e parceiro da população indígena.

Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

DESTAQUE

WhatsApp se aproxima do Telegram com ‘supergrupos’ de até 5 mil pessoas; compare os apps

Publicado

no

Por

O WhatsApp começou a permitir no Brasil o envio de mensagens para até 5 mil pessoas de uma vez. O recurso chamado de Comunidades cria algo como “supergrupos” e aumenta a escala do alcance de conversas no aplicativo.

A mudança faz o aplicativo ficar um pouco mais parecido com seu maior concorrente, o Telegram, que tem um limite ainda maior para grupos: 200 mil pessoas – confira abaixo um comparativo entre os aplicativos.

Com a novidade, grupos do WhatsApp com interesses em comum podem ficar dentro de um mesmo guarda-chuva. É possível criar uma comunidade com vários grupos de uma escola, uma congregação religiosa, um condomínio ou uma empresa, por exemplo.

O recurso demorou mais para chegar ao Brasil por conta de um acordo do WhatsApp com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para não implementar nenhuma mudança significativa antes das eleições. O adiamento foi feito para evitar aumentar o alcance da desinformação.

Onde WhatsApp e Telegram se aproximam:

  • grupos com milhares de pessoas: no WhatsApp, grupos podem ter até 256 participantes, mas o Comunidades permite unir até 50 grupos, abrigando até 5 mil pessoas no mesmo espaço. No Telegram, é possível criar grupos com até 200 mil pessoas e canais, em que administradores são os únicos que enviam mensagens e o número de participantes é ilimitado;
  • enviar mensagens com o celular offline: é possível rodar as versões web e desktop do Telegram e do WhatsApp mesmo que o smartphone esteja sem conexão com a internet;
  • esconder que você está online: o recurso chegou ao WhatsApp em agosto de 2022 e já existia no Telegram há mais tempo.

O que o WhatsApp tem e o Telegram não:

  • status/stories;
  • criptografia de ponta a ponta por padrão: o WhatsApp não pode ler mensagens nem ouvir chamadas porque a chave da criptografia está no aparelho dos usuários. No Telegram, as conversas não são criptografadas por padrão, sendo necessário ativar a proteção em cada conversas por meio dos “chats secretos”;
  • exigência de mostrar número de telefone: para enviar e receber mensagens, é preciso exibir o número do celular. No Telegram, o dado é usado para criar a conta, mas, depois, pode ficar oculto;
  • recursos adicionais para contas comerciais (incluindo pagamentos);
  • código-fonte fechado: o código do app do Telegram é aberto, mas o do servidor do serviço é fechado.

O que o Telegram tem e o WhatsApp não:

  • chamadas de voz para até 200 mil pessoas (mesmo limite dos grupos). No WhatsApp, as chamadas podem ter até 32 pessoas;
  • usar até três contas no mesmo celular: o WhatsApp só permite manter uma conta por vez no mesmo aparelho. Há aplicativos de terceiros que permitem usar uma segunda conta, algo que também está disponível em celulares de fabricantes como Xiaomi e Samsung;
  • agendamento de envio de mensagens;
  • busca de pessoas que estão em locais próximos;
  • chats personalizados com enquetes, quiz e jogos, por meio da instalação de “bots”. Esses robôs podem fazer funções diferentes, como transcrever mensagens de áudio ou deixar uma música de fundo em uma chamada de voz, por exemplo.
Por G1

Continuar Lendo

DESTAQUE

Menino de 12 anos e égua são atingidos por raio enquanto cavalgavam

Animal morreu e menino chegou a desmaiar, segundo o pai. Professores levantaram hipóteses do que pode ter salvado o menino, e a principal teoria é a “Tensão de Passo”.

Publicado

no

Por

Depois de ser atingido por um raio, o estudante Edison Júlio, de 12 anos, sobreviveu e a égua em que ele cavalgava morreu em Montes Claros de Goiás, no oeste do estado. Ao g1, dois físicos levantaram hipóteses do que pode ter salvado o menino, e a principal teoria é a “Tensão de Passo”, que, neste caso, pode indicar que o animal recebeu um choque maior, pelo fato de ter quatro patas, ou seja, quatro pontos diferentes que atraíram a corrente elétrica.

“O menino está sobre o animal e a passagem de corrente da descarga atmosférica sobre ele é muito rápida. O animal sofre mais porque ele vai descarregar [a corrente] em quatro pontos diferentes, nas quatro patas. E isso vai provar a “Tensão de Passo”. Cada ponto desses [as patas] vai ter um potencial elétrico diferente, de acordo com a resistividade do solo”, explicou o professor de física Ítalo Vector.

O acidente aconteceu no dia 20 deste mês e, segundo Flávio Júlio, pai do menino, o filho chegou a desmaiar e teve queimaduras no corpo. O doutor em física e professor da Universidade Federal de Goiás Giovanni Piacente reforçou que a “Tensão de Passo” é uma das hipóteses para o acidente e disse que Edison pode ter sido atingido indiretamente pelo raio.

“Dá para dizer que ele não foi atingido diretamente pelo raio, o raio caiu no chão e o energizou. A corrente passou mais pela égua e o menino foi atingido indiretamente. Para precisar a teoria, tínhamos que ter detalhes do local onde eles estavam e se estavam perto de um ponto mais alto, por exemplo,”, afirmou Giovanni.

 

Por Macanjuba Acontece

Continuar Lendo

DESTAQUE

Em Tarauacá ciclista são alvos de Blitz da polícia militar

Publicado

no

Por

 

Tarauacá é uma das cidades do Acre com maior quantidade de bicicletas nas ruas. Nesta quinta- feira, 26, em uma blitz da Polícia Militar, nem elas escapam da fiscalização. Os veículos foram parados pelos policiais, bem como as motocicletas e carros.

O comandante da Polícia Militar de Tarauacá, tenente Coronel Jamisson Neri, diz que no município há muito mais bicicletas do que carros e motos, por isso a fiscalização é necessária.

“Tarauacá tem uma singularidade no trânsito que não há em outro município acreano: o número elevado de bicicletas que transitam pelas ruas. Devido a isso, o trânsito se torna perigoso e buscando reorganizar o trânsito, estamos realizando blitz nas ruas que inicialmente tem caráter educativo e pedagógico.

Em relação aos veículos motorizados verificamos a documentação. Quanto as bicicletas, foi feita orientação quanto aos deslocamento pelas via pública, quanto a respeitar semáforo, porque os ciclistas aqui não respeitam”, citou o comandante. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro – CTB, a bicicleta é um veículo (de propulsão humana) e o ciclista, por este motivo, quando está pedalando, deve respeitar todas as regras de trânsito, como semáforos, sinalização e circulação na mão correta de direção.

Por ac24horas

Continuar Lendo

Trending