Início / Versão completa
DESTAQUE

É possível convergir demandas de governos estaduais e municípios, diz relator da reforma tributária

Por Redação 05/07/2023 15:37
Publicidade

O relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-AL), disse em entrevista a jornalistas nesta quarta-feira (5) que, após conversar com governadores do Sul e Sudeste, avalia ser possível convergir demandas de entes federativos.

Publicidade

“Tivemos uma excelente reunião com os governadores de Sul e Sudeste. É possível convergir as demandas com as de outros governadores e municípios, para que tenhamos equilíbrio na governança, mas com uma arrecadação centralizada, que é o que preconizamos”, disse.

A fala de Ribeiro indica a manutenção do Conselho Federativo na reforma tributária. Parte dos governadores vem afirmando que, para apoiar a reforma, seria necessária a descentralização da arrecadação ou “melhora” nas regras de governança do Conselho.

O deputado federal ainda afirmou que vem se concentrando na finalização do texto, para que ele possa ir à votação no plenário até o fim da semana. Por isso, indica que está afastado da contagem de votos — que, segundo ele, cabe aos líderes partidários.

Publicidade

Nesta quarta-feira, o parlamentar se reuniu com deputados do União Brasil para esclarecer questões do texto e receber proposições. Nos dias anteriores já havia encontrado quadros de PSD, MDB, Republicanos, PP e Podemos, parte das maiores bancadas da Casa.

Conselho Federativo
O governo já admite mudanças no que diz respeito ao funcionamento do Conselho Federativo — previsto no substitutivo do relator como responsável por arrecadar e gerir o IBS, que substituirá o ICMS e o ISS. Essa é uma das principais demandas dos governadores.

Tarcísio de Freitas (Republicanos), um dos defensores das mudanças, assegurou em entrevista a jornalistas que tais divergências em relação ao texto são “facilmente ajustáveis”.

Tarcísio alega que o modelo de governança proposto com o Conselho é ineficaz e pode ser melhorado. São Paulo propõe, para solucionar a questão, a criação de uma “Câmara de Compensação”.

A proposta prevê que o imposto de operações interestaduais seja arrecadado pelo estado de origem da mercadoria e que essa Câmara fique responsável por partilhar recursos com o estado de destino.

Por: CNN Brasil.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.