Início / Versão completa
ECONOMIA

Mais de 100 mil lares saíram da linha da pobreza no Acre com o Bolsa Família em junho

Por Redação 14/07/2023 14:50
Publicidade

O Acre teve 101.410 lares que saíram da linha da pobreza por meio do programa Bolsa Família em junho, segundo levantamento do Ministério do Desenvolvimento Social divulgado na última quarta-feira (12). Conforme os dados, o Acre tem o sexto maior índice da região norte, à frente apenas de Roraima, que teve 57.046 famílias.

Publicidade

De acordo com o Governo Federal, o relançamento do programa, em março deste ano, levou o Bolsa Família a ser o principal responsável por elevar a renda da população mais vulnerável.

A nível nacional, 18,5 milhões de famílias deixaram a linha da pobreza por meio do programa de transferência de renda. O maior índice foi o da Bahia, com 2,26 milhões de família.

“Somente agora, no novo Bolsa Família, nós já comemoramos 18,5 milhões de famílias, 43,5 milhões de pessoas que elevaram a renda este ano e que estão fora da pobreza”, afirmou o ministro Wellington Dias.

Publicidade

Segundo maior valor médio

Naquele mês, o valor médio do Bolsa Família entrou em vigor e os mais de 130 mil beneficiários do Acre também tiveram reajuste no valor do benefício. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social, o estado registrou o segundo maior valor médio do país em junho.

O governo passou a pagar R$ 142 por integrante de cada família. Em lares com menos de quatro pessoas, o valor mínimo de R$ 600 permanece, calculado de forma individual. Somado a isso, continuarão a ser pagos R$ 150 por criança entre 0 e 7 anos incompletos.

Quem tem direito

Para receber o benefício, o governo determina algumas regras:

  • A família precisa ter renda per capita (por pessoa) que seja classificada na condição de pobreza ou de extrema pobreza. A nova legislação prevê renda de até R$ 282 por pessoa.
  • Também tem que estar com dados atualizados no Cadastro Único, base do governo com as pessoas em situação de vulnerabilidade.

Condicionantes: O governo afirmou que os beneficiários vão ter que arcar com contrapartidas, como:

  • manter crianças de 4 a 5 anos com frequência escolar mínima de 60%;
  • manter 75% de frequência escolar mínima para jovens de 6 a 18 anos de idade e para quem não concluiu a educação básica;
  • fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);
  • manter as carteiras de vacinação atualizadas da família inteira

Por: G1 – Acre.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.