3 de junho de 2026

Acre mantém tendência de crescimento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)

Acre mantém tendência de crescimento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)

De acordo com o Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o estado do Acre continua a registrar uma tendência de crescimento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), situando-se entre os estados brasileiros com um sinal de expansão a longo prazo. O relatório abrange a semana epidemiológica 42, compreendida entre os dias 15 e 21 de outubro.

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As informações se baseiam nos dados fornecidos até o dia 24 de outubro, integrados ao Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe). No cenário de longo prazo, o Acre registra uma alta de 95%, considerando as últimas seis semanas. Entretanto, a análise de curto prazo, referente às últimas três semanas, indica uma tendência de estabilidade ou oscilação para o estado.

Segundo o levantamento, cinco unidades federativas evidenciam um crescimento nos casos de síndromes respiratórias a longo prazo: além do Acre, estão o Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. As demais regiões demonstram sinais de estabilidade ou queda na tendência de longo prazo.

O boletim ressalta que, no Acre, o crescimento é leve, sendo impulsionado principalmente pelos casos de síndromes respiratórias em crianças.

Nos últimos quatro períodos epidemiológicos, a prevalência dos casos com resultados positivos para vírus respiratórios mostrou-se distribuída da seguinte forma: 1,7% para Influenza A, 0,4% para Influenza B, 8,3% para vírus sincicial respiratório e 58,4% para o SARS-CoV-2 (COVID-19).

Além disso, Rio Branco figura entre as seis capitais que apresentaram uma tendência de crescimento a longo prazo (últimas 6 semanas) até a semana 42. Juntamente com a capital acreana, estão nesse grupo: Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e São Paulo (SP).