27 de junho de 2026

Rio Branco avança três posições, mas ainda enfrenta desafios no saneamento, revela ranking nacional

Rio Branco avança três posições, mas ainda enfrenta desafios no saneamento, revela ranking nacional

A 15ª edição do Ranking do Saneamento do Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, revela a situação preocupante do saneamento em todo o país, com foco nos 100 maiores municípios. Apesar de um pequeno avanço, Rio Branco ocupa a 94ª posição, destacando desafios persistentes na prestação de serviços básicos.

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De acordo com o levantamento, pouco mais de 60% da população da capital acreana tem acesso ao fornecimento de água. No que diz respeito ao sistema de esgoto, os números são ainda mais preocupantes, com apenas 22,67% dos moradores de Rio Branco atendidos integralmente e menos de 20% (19,88%) do esgoto recebendo tratamento adequado.

Embora os resultados sejam insatisfatórios, é notável que Rio Branco subiu três posições em relação ao ano anterior, indicando esforços para melhorar a situação. A Região Norte, com pouco mais de 17 milhões de habitantes, apresenta os piores índices de tratamento de água e esgoto no Brasil. Macapá, capital do Amapá, lidera negativamente, com 61,6% da população sem acesso à água e apenas 10,98% com esgoto totalmente atendido.

Rio Branco, mesmo enfrentando desafios, supera outras cidades como Belém (PA), São Gonçalo (RJ), Santarém (PA), Porto Velho (RO) e Marabá (PA) no ranking nacional.

Outro dado alarmante revelado pelo Instituto Trata Brasil aponta que o Brasil investiu apenas R$ 20 bilhões nos últimos cinco anos em saneamento, enquanto a média anual recomendada para o setor é de R$ 44,8 bilhões. Este cenário destaca a necessidade urgente de investimentos e aprimoramento nas políticas públicas relacionadas ao saneamento básico em todo o país.