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Pacientes crônicos no Acre enfrentam escassez de medicação desde novembro e Sesacre culpa Ministério

Por Redação 05/01/2024 14:40 Atualizado em 05/01/2024 14:40
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Saulo Costa, diagnosticado com a Doença de Crohn, uma condição intestinal inflamatória crônica, está enfrentando a escassez de sua medicação vital, o vedolizumabe, desde o dia 17 de novembro. Saulo depende desse medicamento de alto custo, cuja caixa, contendo apenas um frasco, custa mais de R$ 18 mil, para manter uma qualidade de vida adequada e evitar complicações graves de saúde.

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O vedolizumabe é disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas, lamentavelmente, no Acre, não é distribuído aos pacientes há quase dois meses. O paciente alerta para o risco iminente de recidiva da doença e possíveis crises de saúde caso a medicação não seja retomada.

A entrega da medicação é realizada pela Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) através do Centro de Referência em Medicamentos Especiais (CREME). Ao ser contatada, a Sesacre confirmou a falta da medicação e atribuiu a responsabilidade ao governo federal, sem fornecer uma data para a normalização do abastecimento.

“A respeito do medicamento, estamos aguardando a reposição enviada pelo Ministério da Saúde, e temos a confirmação deles de que um novo termo aditivo foi celebrado, retomando o fornecimento desse medicamento”, declarou a Sesacre por meio de sua assessoria.

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