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ACRE

Sesacre recebe secretária do ministério da saúde para fortalecer apoio à população afetada pelas cheias

Por Redação 04/03/2024 15:02 Atualizado em 04/03/2024 15:02
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Nesta segunda-feira, 4 de março, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) em Rio Branco recebeu a visita da secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (MS), Ethel Maciel. O objetivo principal dessa visita foi avaliar o cenário da cheia no estado e a capacidade de resposta da saúde pública local.

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Recentemente, o Ministério da Saúde enviou kits de medicamentos e insumos médico-hospitalares para apoiar os municípios afetados pela enchente. Com a presença da secretária e sua equipe, espera-se fortalecer ainda mais essa parceria.

Ethel Maciel destacou: “Estamos trabalhando junto à Secretaria de Saúde, os Cosems [conselhos de secretarias municipais de saúde], levantando a necessidade real, além da possibilidade de aporte de recursos pelo decreto de emergência. O que mais o Estado precisar, tanto em apoio de pessoal, apoio para que nós possamos construir planos de contingência, quanto também apoio da Força Nacional do SUS, entendendo que geralmente a resposta para a saúde é um pouco mais tardia do que a resposta, por exemplo, da Defesa Civil, que é no primeiro momento.”

Pedro Pascoal, titular da Sesacre, enfatizou a importância desse apoio do Ministério da Saúde, especialmente para se preparar para o cenário pós-cheia, quando aumentam as doenças típicas desse período. Ele afirmou: “Estamos trabalhando agora para reestruturar a rede de vigilância sanitária no pós-cheia, por meio da recuperação das unidades de saúde, reestruturação dos nossos laboratórios de fronteira, nossos laboratórios centrais, aquisição de insumos que foram perdidos por conta da alagação.”

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Pascoal ressaltou que, embora as águas continuem altas, o momento atual não é de aumento dos surtos de doenças típicas de alagamentos, mas sim o planejamento das ações para o momento em que as águas começarem a baixar. Ele mencionou: “Sabemos que a saúde é um ponto importantíssimo no pós-alagação. Agora, enquanto as águas continuam altas, não é o momento de aumento dos surtos diarreicos, dos surtos febris, etc., mas sim no segundo momento, quando as águas começam a baixar, quando a população começa a entrar em suas casas, fazer a limpeza.”

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